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Conhecimento Científico (Pedro Demo) 8 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Antes de qualquer definição, precisamos traçar o que será o compromisso de saber que toda a definição tem que ser feita com critério e assim sendo também reconhecer seus limites e incongruências. Pois a responsabilidade deverá ser o norte de qualquer analise acerca de qualquer conteúdo.

A definição deverá ser feita com extremo cuidado. A busca de um médio termo deverá ser a tendência mestra de qualquer estudo de caso. Com a discussão acerca de tais estratégias poderemos observar o que complicará ou o que simplificará o assunto que depois pelo senso comum estará em voga.

A decomposição em partes deverá ser feita além da setorização de conteúdos. Em se tratando de classificação, todo cuidado é pouco assim como a construção de um sentido de justiça e valor. Isso é uma das premissas do Estado democrático.

Analise e entenda e não julgue. Os que fazem deste expediente norma, são os que rotulam e não os que analisam de fato.

Depois das analises virão as Leis, que por via de regra nunca deveria ser mudada. Pois se o fazemos, a mudança, a tendência é a de reduzir a realidade àquilo que poderíamos mensurar com um controle específico.

E com isto, fugir das discrepâncias que dominam qualquer estudo que tenha algum indicio de contaminação.

Todos os componentes do processo deveriam contribuir para uma frutividade do processo, e, assim sendo capaz de pensamento, uma elucidação da realidade. Não caindo no velho erro de incluir ou de excluir aquele ou aquela parte do processo.

Podemos e teremos sempre ter o propósito de construção do novo baseando-se na desconstrução do velho com uma analise profunda e sistemática. E não adianta na minha opinião rotular o que é adequado ou não. E sim a discussão do que é analise do que é rotulo.

Toda pesquisa deverá ser entendida como processo de fabricação do conhecimento. Tendo como base os preceitos científicos e educativos. Para com isto solidificar uma ponte entre o sujeito e o objeto da ação.

Toda a pesquisa que existir no seu bojo um bom senso de intenções, encontrará no final do processo um resultado de contemple todos os que foram embebidos do processo e também da fonte da pesquisa. De mãos dadas com o bom senso, virá sempre a pratica com sensibilidade moral.

Não cabe no discurso de pesquisa a ideologia, pois com ela existiria uma posição política que contaminaria qualquer agente que pudesse fazer parte do contexto. Pois não soaria nada bem combinar discurso sofista com objeto de estudo.

Deveremos sempre questionar qualquer forma de pesquisa ou estudo. Pois com o sentido vigilante da pergunta, poderemos fiscalizar propósitos e finalidades de cada pesquisa.

Um exemplo disto são as pesquisas de intenção de votos. Dependendo da ocasião, poderão sofrer interferências ou ter seus resultados maculados.

Toda pesquisa que deseja ter o seu reconhecimento laureado, deverá com o seu argumento de autoridade, alcançar a credibilidade em seus métodos e pesquisas realizadas.

Todo homem é ser político e com esta prerrogativa, se fazer representar em cada processo de evolução social e cientifica.

Cabe aos cientistas e pesquisadores o cuidado na analise assim como se cercar da premissa de sempre vislumbrar o macro e não o micro.

Acredito na evolução, mas também acredito na intenção. Ela que nos tem prejudicado e muito quando no concerne às evoluções sócias.

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