Amigos do Blogão e meus amores,
Hoje na minha aula do curso de Jornalismo, com a professora Leila Tourinho, tive contato com uma coisa tão boa, que vale a pena dizer que ainda existem pessoas que acreditam onde e em pessoas que ninguém acreditaria. Que uma colega de profissão, uma jornalista, faz do ofício a arte de transformar e de revelar que as pessoas marginalizadas pela sociedade, possuem voz. E além de uma voz, que embora algumas vezes rouca de tanto gritar para se fazer ouvir, estas mesmas possuem dignidade e capacidade para brilhar. Basta uma iniciativa e um gesto. E sabe qual seria este gesto? O de permitir que aquele botão de rosa possa florescer mesmo nas condições mais adversas.
Escrevo este post porque me senti na obrigação de retribuir os momentos de aprendizado e de troca. Pois quando somos expostos a relatos tão vívidos e construtivos, a obrigação está de braços dados ao maior sentimento que podemos ter. O da gratidão. Amei a experiência. Quero beber nesta fonte, quero aprender, e passar um pouco de mim para esta comunidade. Que laços sejam estreitados para uma viagem que tenho certeza, não voltarei o mesmo munca.
Obrigado Viviane, e aos outros amigos do “Aurora da Rua” , Vandick e Vânio. Espero que este primeiro contato sirva para muitos outros.
“Sem o bom, o mundo fica mais cinza” – Provérbio Chinês
Aprendi hoje que o bom está em um jornal, em cada palavra, em cada história que é contada naquelas matérias.
Ótima quarta à todos !!!!
Ficou curioso: www.auroradarua.org.br
Quer assinar o jornal? Para as pessoas que não residem em Salvador podem acessar o site e saber como. Posso adiantar, o aprendizado será de uma importância e de um crescimento……..
Muitíssimo obrigado por suas palavras, meu irmão João
Eu creio que cada vez que uma pessoa entra em contato com nossa realidade, ela leva um pouco de nossa essência, de nossa paixão, de nossa mania utopista de achar que o mundo pode ser como essa louca parábola que vivemos (onde todos, povo da rua ou não) podem conviver e partilhar suas vidas como irmãos e irmãs e ter chances iguais. E isso colabora para a disseminação de uma visão mais humana sobre nós mesmos e sobre o outro. E você confirma isso com suas palavras e gestos.
Como disse o poeta:
“As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.” – Mário Quintana
Esperamos vocês aqui em nossas vidas.
Paz