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Neoliberalismo e Educação 11 Novembro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Quando falamos acerca de modificações sobre o modo de pensar educação vários dos nossos temores irão infelizmente voltar a assombrar nossos corações e mentes. O neoliberalismo com seu processo de construção hegemônica virá sempre em busca do seletivo social e não do pensamento do geral.

Esta estratégia de poder que sempre será articulada com um conjunto de reformas que visem a manutenção do poder que pelas minorias sempre será reivindicado. Cabendo aos que ficam a margem de qualquer benesse, reclamar seus direitos ou calar-se, como infelizmente é a regra.

Toda manobra que vise o pouco terá que ser encarada como hedionda socialmente.

O senso comum poderá ser manipulado por um propósito de conveniência de uma coerência que servirá para poucos, muito poucos. Sendo assim mais fácil de impor propostas de reforma que serão sempre impulsionadas por esta parcela da sociedade.

Legitimando-se assim, um discurso de igualdade que pode soar bonito aos ouvidos de desenformados, mas, infelizmente, esconderia um ardiloso processo de controle do poder.

A aceitação deste senso comum pela maioria dará uma chancela que para os que a pregam. Incluindo neste bojo as mudanças tecnológicas que, por sua mudança constante e acesso difícil a totalidade não daria o ingresso para quem quiser entrar nesta festa que o convite é caro e seletivo, deverá entrar na lista de espera da negligência social.

A mudança de uma mentalidade deverá nortear a mudança tão idealizada por todos que almejam por uma sociedade pulsante e pujante. Não cabendo a preguiça e sim a vigilância constante.

O poder estatal pode ser de extrema valia ou de um dano extremo. Se o Estado vier legitimar o que é de interesse de poucos, será uma lástima. Mas por outro lado, se preservar todos os direitos e cobrar todos os deveres, terá havido a verdadeira contribuição de um verdadeiro estado democrático. A justiça social.

A crise das instituições de ensino deve-se a diversos fatores como o crescimento irresponsável e anárquico nos quais está sofrendo nas últimas décadas. Passamos por uma crise democrática e gerencial.

Não temos acesso a um ensino de qualidade e como também gestores imbuídos de responsabilidade social.

A eficiência deverá ser fiscalizada como norma padrão e a escola deverá se cercar de qualidade. Só assim teremos ter uma verdadeira qualidade dos serviços educacionais. O que passa por uma revisão de por exemplo: Os sindicatos.

Os sindicatos ao invés de buscar a excelência educacional tendo como base a humanização dos profissionais de educação adotam notadamente critérios partidários que não contribuem para uma efetiva transformação da ótica educacional.

Viram verdadeiras fogueiras de vaidades e não cenário para debates e reflexões.

A sociedade tem a sua parcela de culpa na medida em que avaliza e aceita um padrão de status quo que as intervenções neoliberalistas e estatais empurram goela abaixo dos cidadãos. Privatizando assim, o êxito e o fracasso social.

A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Professores ganham mal, a precariedade das instalações reina absoluta, e o Estado definitivamente não intervém com eficácia.

O conhecimento é mercadoria assim como quem deseja uma boa educação deverá imperativamente se curvar à realidade ou engrossar a fila dos excluídos. Para estes, o sofrimento é sina e a exclusão é a regra.

Em minha opinião, a educação brasileira deveria ser administrada por pessoas de excelência. Em cada seara, especialistas deverão ser contratados, fiscalizados e cobrados deles a eficiência e a decência de propósitos.

Só assim chegaremos ao patamar de desenvolvimento educacional coerente com as expectativas de uma nação que clama por mudanças.

As novas gerações de educadores deverão se conscientizar do verdadeiro papel de transformação da Educação como também a verdadeira bandeira do professor: Dedicação, humanização, conscientização e uma busca para uma justiça social que está infelizmente esquecida.

Ser Flamengo 27 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Por: Artur da Távola

Ser Flamengo é ser humano e ser inteiro e forte na capacidade de querer. É ter certezas, vontade, garra e disposição. É paixão com alegria, alma com fome de gol e vontade com definição.

A maior do Mundo

É ser forte como o que é rubro e negro como o que é total. Forte e total, crescer em luta, peleja, ânimo, e decisão.

Ser Flamengo é deixar a tristeza para depois da batalha e nela entrar por inteiro, alma de herói, cabeça de gênio militar e coração incendiado de guerreiro. É pronunciar com emoção as palavras flama, gana, garra, sou mais eu, ardor, vou, vida, sangue, seiva, agora, encarar, no peito, fé, vontade. Insolação.

Ser Flamengo é morder com vigor o pão da melhor paixão; é respirar fundo e não temer; é ter coração em compasso de multidão.

Ser Flamengo é ousar, é contrariar norma, é enfrentar todas as formas de poder com arte, criatividade e malemolência. É saber o momento da contramão, de pular o muro, de driblar o otário e de ser forte por ficar do lado do mais fraco. É poder tanto quanto querer. É querer tanto como saber; é enfrentar trovões ou hinos de amor com o olhar firme da convicção.

Ser Flamengo é enganar o guarda, é roubar o beijo. É bailar sempre para distrair o poder e dobrar a injustiça. É ir em frente onde os outros param, é derrubar barreiras onde os prudentes medram, é jamais se arrepender, exceto do que não faz. É comungar a humildade com o rei interno de cada um.

É crer, é ser, é vibrar. É vencer. É correr para; jamais correr de. É seiva, é salva; é vastidão. É frente, é franco, é forte, é furacão. É flor que quebra o muro, mão que faz o trabalho, povo que faz país.”

A verdadeira Olimpíada 26 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Amigos do Blogão e meus amores.

Todos os dias pipocam as notícias de que mais uma pessoa morreu na guerra civil que assola o Rio de Janeiro. E infelizmente não é só do Rio que falo e sim dos grandes centros urbanos de nosso Brasil. Quando penso que os políticos de meu país irão tomar verdadeiramente as rédeas do controle, eles virão sempre com mais um estratagema para se beneficiar e atingir seus objetivos particulares.

Quando o Rio de Janeiro venceu a disputa para sediar as Olimpíadas de 2016 eu não comemorei. Fiquei de luto e entristecido com mais uma conquista que será passageira e imediatista e que em nenhum momento irá contemplar a necessidade de todos.

No nosso país não existe política pública de educação, ao menos uma eficiente. Que trate a educação como transformação e não como favor social e nem arma eleitoreira em anos de eleição. Não existe civilidade em nosso povo e nem uma consciência generalizada de o que são direitos e deveres. O que observo é a permissividade que é a marca da sociedade brasileira.

Modalidade: Tiro Livre contra civis

Modalidade: Tiro Livre contra civis

Só teremos Copa do Mundo e Olimpíadas no Rio se o tráfico avalisar!!!

Caso contrário o que veremos será uma edição real do jogo Counter Strike televisionada por todo Brasil via satélite. Ou então teremos uma demonstração de incompetência, vide a Eco92. Que o exército teve que ir  às ruas para apaziguar os ânimos. Em uma mostra gritante que em país de políticos corruptos quem manda é o “poder paralelo” e não a Constituição ou nenhuma Lei vigente.

Mas como educador que sou não posso entregar os pontos. Quero muito acreditar que o esporte será incluido como política pública educacional e que vire programa não de governo e sim mentalidade de uma nova era.

Outra coisa que me preocupa e muito é como serão geridos estes orçamentos. A transparência deverá ser pontual no tocante a destinação de verbas e os gastos deverão ser demonstrados ponto a ponto, centavo a centavo na Internet ou em jornais de circulação nacional.

Chega de ver relatórios de suparfaturamento de obras e irregularidades em licitações. E mais ainda, o relatório que está no TCU que trata das obras do PAN que extrapolaram R$ 4 bilhões, ainda está esperando votação.

Acredito que para uma total lisura no processo, este relatório deveria ser votado antes de começarem as obras da Copa do Mundo e as da Olimpíada e que não caisse no esquecimento conveniente para poucos e inconveniente para uma nação inteira.


A nossa verdadeira e eterna medalha de ouro

A nossa verdadeira e eterna medalha de ouro

Esporte + Educação + Direitos e Deveres ensinados na Escola = Um novo Brasil, um Brasil que caiba todos em seu colo (de uma mãe pátria amada e gentil) e que não deixe que filhos e filhas ainda escorreguem de seus braços, caindo assim no vazio.

O vazio de educação, civilidade, oportunidades iguais e de decência social.

Só assim seremos campeões do mundo e teremos a nossa eterna medalha de ouro.


Resenha “Tempos Modernos” – Chaplin 11 Outubro, 2009

Posted by Jaqueline Vaz in Resenhas e Opiniões.
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O filme Tempos Modernos caracterizou de forma brilhante um período histórico marcado pelo desemprego em massa e a queda acentuada do PIB em decorrência do declínio da produção industrial e dos preços. As imagens falam por si só.

A expressão sapeca e cômica de Charles e a sua sutileza ao relatar em sátira, a vida do operário que é escravo dos mecanismos do capitalismo em desempenho do exercício repetitivo e a insatisfação do trabalhador retratadas em stress e as conseqüências que levam o trabalhador a ficar doente.

Outra cena que marca, é a invenção de uma máquina alimentadora com a finalidade de diminuir o tempo dos operários enquanto almoçam, assim aumentando o tempo cansativo de trabalho.

A fome e a revolução comunista da época retratam, a turbulência da sociedade delineando o quadro de mazelas sócio-econômicas interpretando assim o desmoronamento das esperanças e na agonia pela sobrevivência principalmente das camadas mais baixas da população.

É uma crítica ao modo da produção capitalista e a reprodução burguesa, procurando detalhar não só as concepções que abrangem as questões trabalhistas em si, mas também uma perspectiva almejada pela humanidade: A felicidade. Mas uma dúvida… Afinal o que Charles e os demais estavam produzindo naquela fabrica?

O trabalho de apertar parafusos resultava em qual produto final?

A resposta está na característica do famoso fordismo que ainda atualmente continua presente, e hoje não somente o trabalhador mais também o consumidor é vitima disso. Ao trabalhador não é permitido saber qual o produto que está produzindo, assim virando um robô humano e tendo sua inteligência engessada.

Á esta semelhança, a sátira não deixa de estar na “moda”, fazendo sucesso ainda nos dias de hoje, porque ainda acontece em nosso tempo contemporâneo, o não uso da capacidade inteligível e criativa e sim o adestramento em codificar e executar ações pré-moldadas.

O que é escrever? 11 Outubro, 2009

Posted by Jaqueline Vaz in Resenhas e Opiniões.
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É a forma mais simples de expor os meus pensamentos e registrar os meus conhecimentos adquiridos. Escrever para mim, proporciona minha saúde mental, já que prefiro a ferramenta da escrita do que a ferramenta da fala. As minhas mãos coçam quando tenho um tema que aguça a minha vontade de escrever.

Ficaria sufocada se não pudesse escrever e se o lápis e o computador não existissem, me sentiria muito mal e também eternamente me sentiria uma pessoa vazia. Preciso escrever para não ficar louca, eu a necessito para descongestionar o engarrafamento de idéias que está dentro de mim, e assim escrever o que sinto e o que penso.

 Mas na maioria das vezes o que sinto fica escondido por trás das metáforas, como se fosse um jogo de simbologias para que em outra hora qualquer, eu possa reler e tentar resgatar do mistério das metáforas, a sensibilidade e o momento em que me comoveu a escrever.

 Não sou de deixar nada explicito, pois, é a minha diversão deixar subentendido. É a minha diversão em demonstrar e não falar. É entregar a alguém um texto meu para que leia e tente decifrar a alma do meu texto, e assim descobrirá a alma dos meus sentimentos.

Gosto de fazer desafios ao leitor e o fazer indagar sobre o que eu quis dizer em uma determinada frase, eu busco a atenção e a própria sensibilidade do leitor.         

Desde criança quando aprendi a escrever as primeiras letras e as primeiras palavras, comecei a ser estimulada a liberdade de voar em pensamento, pois, escrever é aprender a pensar e é transmitir o que a mente criou. Troquei meus amigos imaginários por um papel e um lápis para desabafar sobre o que ocorreu em meu dia, o que descobri e conheci de novo e também fazer poesias.

Havia um tempo que fazia poesias, foi ai que aprendi de forma gratificante de como ser indireta e discreta, brincando de esconder sentidos em outras palavras e transformando palavras em imagens.

O que escrever? A esta pergunta brotam vários temas e imagens em minha mente. Quero escrever a palavra educação, juntar com cidadania, misturar com a igualdade social e demonstrar os direitos humanos. Destruir a falácia dos corruptos, os preconceitos e a acomodação dos desacreditados.

Abrir as portas da verdade e tomando o lugar como leitora em descobrir o que está por trás da capa invisível que tenta esconder a crise social, e como escritora torná-las como imagens mostrando o conservadorismo educacional e os discursos mirabolantes dos espertos que detém o poder do capital.              

 

 

 

Crash – No limite “Resenha” 11 Outubro, 2009

Posted by Jaqueline Vaz in Resenhas e Opiniões.
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O etnocentrismo está em nosso cotidiano, em um país coberto pela miscigenação étnica e cultural em que a cor da pele origina a “epiderme da conduta”. A minha cor é superior a sua? Será que existe um gene que identifique que a cor negra origina assaltantes e pessoas inescrupulosas? Negro tem que ser inferior?

Que eu saiba a Lei Áurea já foi assinada! Em parâmetros sociológicos o racismo é caracterizado como uma discriminação ideológica ao qual um grupo considera-se em ter mais qualidades que os outros. Tornando um ciclo esmagador para o “grupo inferiorizado” e atribuindo feições marginalizadas.

Em o filme Crash no Limite retrata de forma clara como o negro até no entretenimento da atuação tem que estar em papel inferior e “comportar-se como negro”. O branco em posição heróica e o negro o seu vassalo. Fato que além de social é histórico em vários países que são segregatórios e os Estados Unidos são um deles.

O diretor trata de um assunto ignorado pelas pessoas e o orgulho desonesto da supremacia “branca”, colocando em um contraste com momentos de redenção destes que foram vítimas de episódios racistas.

O filme começa relatando sobre a atenção indiferente e capitalista na forma em que julga a posição econômica do negro e em conseqüências do preconceito, resulta sempre em inferiorizar ou então passa a ignorar e não reconhecer a sua própria cor. 

Não somente o preconceito por cor, mas também pessoas de outros países sofrem preconceitos. Pois quem não nasceu “branco” e teve ainda o infortuìto de ter nascido negro e pobre, sofrerá as mazelas que a sociedade irá impor. Isso sem falar no olhar de desconfiança eterno.

Imaginem só a cena: Um casal negro entra em uma loja da Luis Vutton para comprar algo. Como vocês acham que as atendentes desta loja irão se portar? Estas cenas fazem parte do cotidiano brasileiro. E só quem é negro ou índio que sabe o que é ser achincalhado nas ruas, ou ter a sua honestidade posta a prova.

A mensagem que o filme passa é que por mais diferente que as pessoas sejam é a cor que menos importa, pois em uma passagem do filme que me emocionou foi o policial na salvação de uma mulher negra, em que em outro episódio ele tinha à humilhado (assédio moral em uma blitz de trânsito).

O orgulho etnocêntrico nessa passagem foi esquecido, a isso faz refletir e também ter a esperança de que o crash que vivemos hoje irá mudar e que até para o preconceito á limites. Culpar outra raça por um problema ou pelos problemas do mundo é mais fácil do que reconhecer o erro. Infelizmente!

E o pior disto é que sempre não faremos nada de mal, nunca seremos preconceituosos ou antiéticos. Tudo é uma questão de ótica. Mas para quem sofre… A dor rasga o peito. O peito de um filho ou filha de Deus.

Amor em imagens 10 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Aos amigos deste Blog

Bom feriadão, sem excessos …. só não de amor !!!

Beijo grande

Conhecimento Científico (Pedro Demo) 8 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Antes de qualquer definição, precisamos traçar o que será o compromisso de saber que toda a definição tem que ser feita com critério e assim sendo também reconhecer seus limites e incongruências. Pois a responsabilidade deverá ser o norte de qualquer analise acerca de qualquer conteúdo.

A definição deverá ser feita com extremo cuidado. A busca de um médio termo deverá ser a tendência mestra de qualquer estudo de caso. Com a discussão acerca de tais estratégias poderemos observar o que complicará ou o que simplificará o assunto que depois pelo senso comum estará em voga.

A decomposição em partes deverá ser feita além da setorização de conteúdos. Em se tratando de classificação, todo cuidado é pouco assim como a construção de um sentido de justiça e valor. Isso é uma das premissas do Estado democrático.

Analise e entenda e não julgue. Os que fazem deste expediente norma, são os que rotulam e não os que analisam de fato.

Depois das analises virão as Leis, que por via de regra nunca deveria ser mudada. Pois se o fazemos, a mudança, a tendência é a de reduzir a realidade àquilo que poderíamos mensurar com um controle específico.

E com isto, fugir das discrepâncias que dominam qualquer estudo que tenha algum indicio de contaminação.

Todos os componentes do processo deveriam contribuir para uma frutividade do processo, e, assim sendo capaz de pensamento, uma elucidação da realidade. Não caindo no velho erro de incluir ou de excluir aquele ou aquela parte do processo.

Podemos e teremos sempre ter o propósito de construção do novo baseando-se na desconstrução do velho com uma analise profunda e sistemática. E não adianta na minha opinião rotular o que é adequado ou não. E sim a discussão do que é analise do que é rotulo.

Toda pesquisa deverá ser entendida como processo de fabricação do conhecimento. Tendo como base os preceitos científicos e educativos. Para com isto solidificar uma ponte entre o sujeito e o objeto da ação.

Toda a pesquisa que existir no seu bojo um bom senso de intenções, encontrará no final do processo um resultado de contemple todos os que foram embebidos do processo e também da fonte da pesquisa. De mãos dadas com o bom senso, virá sempre a pratica com sensibilidade moral.

Não cabe no discurso de pesquisa a ideologia, pois com ela existiria uma posição política que contaminaria qualquer agente que pudesse fazer parte do contexto. Pois não soaria nada bem combinar discurso sofista com objeto de estudo.

Deveremos sempre questionar qualquer forma de pesquisa ou estudo. Pois com o sentido vigilante da pergunta, poderemos fiscalizar propósitos e finalidades de cada pesquisa.

Um exemplo disto são as pesquisas de intenção de votos. Dependendo da ocasião, poderão sofrer interferências ou ter seus resultados maculados.

Toda pesquisa que deseja ter o seu reconhecimento laureado, deverá com o seu argumento de autoridade, alcançar a credibilidade em seus métodos e pesquisas realizadas.

Todo homem é ser político e com esta prerrogativa, se fazer representar em cada processo de evolução social e cientifica.

Cabe aos cientistas e pesquisadores o cuidado na analise assim como se cercar da premissa de sempre vislumbrar o macro e não o micro.

Acredito na evolução, mas também acredito na intenção. Ela que nos tem prejudicado e muito quando no concerne às evoluções sócias.

Reflexões acerca da Educação Brasileira 8 Outubro, 2009

Posted by João Aguiar in Resenhas e Opiniões.
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Quando pensamos em métodos de propagação de mudanças, pensamos logo em educação. Mas, infelizmente, os que estão como doutrinadores de leis e diretrizes irão sempre nortear condutas sobre a efígie da manutenção de controle e poder. Usando desta artimanha, poderão legitimar a acentuar sua posição de privilegio.

A exploração da miséria como arma de manutenção de poder é algo bastante usado pelo neoliberalismo. As condições são de completa ineficiência estrutural. Com este cenário desigual, a elite mostrará que o privilégio não é somente desejável, mas também necessário. Mas a pergunta fica, porque só para eles?

Os mecanismos estarão sempre aí para quem quiser observar. Utilizam-se da perversidade. Com a atrocidade de tais atos contra o coletivo, muitos dos que estarão à margem da sociedade encontrarão com estas políticas, um recado bastante claro e objetivo: Ei, você! O que estás fazendo aqui? É o seu lugar?

Constituindo assim além de um recado bem claro, uma bandeira ainda levantada por muito poucos.

Todo argumento em minha opinião se levantado por poucos é objeto de futilidade. Pois o alicerce que a sustenta é de codificação elaborada por poucos. Daí que vem a futilidade. Quando não se respeita as necessidades prementes do ser humano, em prol de poucos, o motivo além de fútil, será de uma imbecilidade surreal.

Para cada manifestação de insatisfação, terá sempre a repressão com um tom de ameaça cada vez mais atual e direto. Os controladores do muito possuem prerrogativas que fazem barrar evoluções sociais, incluindo a educação neste bojo, e por fim, o apavoramento dos cidadãos.

Pois em terra que poucos têm, nem venha pegar o que é meu e se o meu for muito… Arranco seu coro e sua dignidade, isto é, se você ainda tiver uma.

A qualidade educacional deve ser implementada em larga escala. Infelizmente o que atravanca esta transformação, é o domínio dos que detem a logística educacional pública. Implicando assim na velha premissa do controle, marginalização e do crime de responsabilidade que os homens públicos do meu país cansam em cometer.

A Escola Pública deve ser aberta, equipada e humanizada. Pois só com pessoas compromissadas com a transformação das realidades, iremos dar passos significativos de evolução.

Promessas sofistas acerca de uma nova e melhorada educação observo a cada quadriênio. A promessa assim como a educação, são ótimas para arrebanhar votos, mas são péssimas para expor a realidade nua a crua aos brasileiros. Já pensou a reviravolta que acontecerá no dia em que todos saibam da verdadeira situação do nosso Brasil. Que todos saibam pescar ao invés de receberem esmola social?

O que é a qualidade educacional? Será que se a escola tem toda a infra-estrutura ela será a 9ª maravilha do mundo? O conceito de qualidade decaiu e muito. Pois para mim qualidade de ensino além de ser um problema estrutural, é obrigatória a eficácia docente e como também uma gestão comunitária e social de cada centavo que será colocado.

Ou a escola atingirá o seu potencial social ou teremos com a participação dos legisladores um predomínio de sacanagem com o futuro. Um processo de sabotagem ardiloso que só vitima o nosso futuro, a nossa esperança.

Seguiremos acreditando, mas como diria o filosofo Terêncio: “Nada do que é humano me é estranho”.

O que eu entendo sobre preconceito ? 20 Setembro, 2009

Posted by Jaqueline Vaz in Resenhas e Opiniões.
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Atualmente temos enfrentado grandes dificuldades de como respeitar o próximo de forma objetiva e precisa. Isso se deve a herança do passado. O preconceito está impreguinado até em nosso inconsciente.

Se estamos em uma sociedade que seguem doutrinas religiosas e que se digam de passagem: seguidores fielmente das palavras de Deus. Por que pecamos tanto? Pois como esta escrita na bíblia: “Amar ao próximo como a ti mesmo”. Não é o exemplo que vejo nas ruas, nas escolas e nas famílias.

Na verdade refletindo ao “pé da letra” o preconceito é uma forma de conceituar algo que não conheço e que então faço uma denominação preconcebida e em geral sem fundamentação cientifica.

O preconceito virou sinônimo de violência ao próximo. Uma forma de intolerância a outras raças, religiões e culturas. Resultando em injustiças e insultos diante a uma aparência ou empatia.

A sociedade usa o poder do “amor ao próximo” de forma mascarada, isso também absorvida pela mídia, ou seja, o uso de formas dissimuladas de expressar a aceitação do outro que é considerado diferente por uma ótica deturpada de uma determinada cultura.

Mas afinal o que é mesmo ser diferente? Carregamos ainda muitas condutas antigas, como o tempo da escravidão e os conflitos étnicos. E o que me preocupa é que estamos em pleno século XXI, mas, com uma mentalidade atrasada, engessada e atrofiada.

Somos preconceituosos até diante do nosso próprio Brasil, ao fazer sátiras de que o baiano é preguiçoso, o goiano é burro e o paulista do interior é caipira. O que me entristece, é o fato de nosso país não ser unido, começando daí o nosso subdesenvolvimento. Assim passando uma imagem negativa para os outros países, e desses sendo alvo de preconceitos também.

Por que não sabemos passar uma imagem positiva do nosso país? Sofremos de “crise existencial”, não reconhecemos as nossas qualidades e os nossos valores. A cultura americana é “melhor” e seguimos as tendências da “moda européia”.

Temos riquezas invejáveis, que qualquer outro país quer tomar posse. A pena que nem todo mundo reconhece isso, pois a nossa sociedade é constituída de uma população de maioria excluída e alienada. E os nossos representantes políticos não têm o espírito de coletividade, são individualistas.

Viu aí o preconceito? Isso é somente o socioeconômico! Parte de uma “teia de relações de preconceitos” em que está associado ao cultural, ao de gênero e dentre outros!

Uma perspectiva lastimável.