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Posts Tagged ‘educação’


Amigos do Blogão e meus amores,

Hoje na minha aula do curso de Jornalismo, com a professora Leila Tourinho,  tive contato com uma coisa tão boa, que vale a pena dizer que ainda existem pessoas que acreditam onde e em pessoas que ninguém acreditaria. Que uma colega de profissão, uma jornalista, faz do ofício a arte de transformar e de revelar que as pessoas  marginalizadas pela sociedade, possuem voz. E além de uma voz, que embora algumas vezes rouca de tanto gritar para se fazer ouvir, estas mesmas possuem dignidade e capacidade para brilhar. Basta uma iniciativa e um gesto. E sabe qual seria este gesto? O de permitir que aquele botão de rosa possa florescer mesmo nas condições mais adversas.

Escrevo este post porque me senti na obrigação de retribuir os momentos de aprendizado e de troca. Pois quando somos expostos a relatos tão vívidos e construtivos, a obrigação está de braços dados ao maior sentimento que podemos ter. O da gratidão. Amei a experiência. Quero beber nesta fonte, quero aprender, e passar um pouco de mim para esta comunidade. Que laços sejam estreitados para uma viagem que tenho certeza, não voltarei o mesmo munca.

Obrigado Viviane, e aos outros amigos do “Aurora da Rua” , Vandick e Vânio. Espero que este primeiro contato sirva para muitos outros.

“Sem o bom, o mundo fica mais cinza” – Provérbio Chinês

Aprendi hoje que o bom está em um jornal, em cada palavra, em cada história que é contada naquelas matérias.

Ótima quarta à todos !!!!

Ficou curioso: www.auroradarua.org.br

Quer assinar o jornal? Para as pessoas que não residem em Salvador podem acessar o site e saber como. Posso adiantar, o aprendizado será de uma importância e de um crescimento……..

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Corrupção, violência, falta de perspectiva e uma escola pública deficitária são alguns dos pilares que patrocinam e alimentam o crime organizado. O crime nada mais é do que uma extensão da sociedade brasileira. Todas as brechas de uma máquina estatal falida são preenchidas pelo crime. Isto tudo com a conivência das autoridades que aproveitando dessa situação de ignorância social da esmagadora maioria da população só fazem algo em épocas de campanha eleitoral. Prometendo às vezes o incumprível. Pois se não temos educação, saneamento, emprego digno, segurança e saúde pública, como vamos convencer que com o trabalho, poderemos comprar aquele carro ou um tênis da moda.

A falência da maquina pública, se mostra de uma forma mais atroz na policia. Armamento defasado, salário de fome e um despreparo psicológico aumentam sensivelmente a possibilidade de um parco cumprimento do seu dever ou de um desvirtuamento indo para o sedutor e criminoso ambiente da corrupção. Uma polícia capenga só privilegia os criminosos e não o social. Todos os dias os policiais vão para uma guerra civil. Com um único alento. Se conseguirem sobreviver, retornam para casa.

“Roubar e às vezes matar para não morrer de fome” esta é a frase recorrente dos cidadãos que estão marginalizados pelo sistema e usam de artifícios brutais para obterem o que o Estado lhes deveria dar. Não como uma esmola, como vemos atualmente, mas sim como um direito universal e indivisível. A revolta nesses casos é o fomento primaz para que, uma pessoa abandonada à própria sorte, apele para a violência.

Como você pode mostrar a uma criança ou a um adolescente que não é o correto entrar para o tráfico? “Depositando-a” em alguma escola pública? Não. Incisivamente não! Teremos que atingir o ponto crucial disso tudo. A dignidade e a estabilidade do seio familiar, especialmente se nessa família estiverem pessoas que estão em favelas, morando nas ruas, ou melhor, como dizem alguns: Os párias da sociedade. Filho não entra para a criminalidade se observa que o seu pai e a sua mãe perseveram com o trabalho, que notam que os seus direitos são dignamente respeitados, que com isso tudo poderão construir um futuro sólido com dignidade e não esse festival de obscenidades e descalabro que vemos dia após dia.

Os usuários de drogas alimentam essa roda viva do submundo com um papel decisivo. Não dá mais para ver pessoas com consciência, sabendo do mal que estarão fazendo para a sociedade, usar ou vender drogas. O seu “barato” além de ser egoísta, em uma manobra clara de “foda-se” a sociedade, contribui para a falência moral e familiar. Quer curtir? Trabalhe em uma ONG. Ajude a população e não contribua decisivamente para o seu colapso.

Se a policia é capenga, a justiça não é cega e o alto poder de esquecimento da população são as tônicas da nossa sociedade. Porque não se aproveitar delas? A resposta se for dada por um criminoso é sim. “Fazer o que o Estado não faz” a frase de Gordo um dos fundadores do Comando Vermelho vem ratificar isso. Pois para um morador de uma favela que precisa de tudo. Um prato de comida, um remédio, um mínimo quoeficiente de dignidade. Ele irá recorrer ao Estado? Não! Ele irá ao chefe da boca. Pois terá ali a certeza de ter as suas reivindicações pelo menos escutadas. E a ironia disso, pagamos cada centavo que os engravatados gastam.

O morro irá com isso de encontro ao “movimento”? Com certeza não! Pois irá retribuir com a sua chancela das atividades criminosas dentro da sua comunidade. A mesma chancela que dão aos seus representantes quando no momento do voto. Sabendo que logo depois, serão esquecidos.

O Rio de Janeiro vive em guerra civil. Arrastões, seqüestros relâmpago, assassinatos, e os tiroteios freqüentes entre policia e criminosos só fazem aumentar a insegurança e a revolta da população. Pois seus impostos não aparentam um destino eficaz e correto.

E em se falando de eficácia e uma correção, entraremos no velho problema dos presídios brasileiros. Uma escola do crime bancada pelo dinheiro público. A detenção no Brasil não colabora para um processo de inserção eficaz. Pois o ex-detento é marginalizado pela sociedade. Isso não só no Brasil. Quem quer ficar em um ambiente fétido, abafado, sujeito a enfermidades e sem dignidade? Ninguém. Por isso que a grande maioria dos presos foge da cadeia. E fora dela, continuam a praticar seus crimes ou diversificar os mesmos dado o “conhecimento” que adquiriram na cadeia.

Diga para um adolescente que vê todo santo dia estampado nos jornais ou veiculado nas T.V’s que aquele tênis da moda ele não poderá sequer colocar os pés nele. Diga também que com o “salário-ínfimo-mínimo” não poderá comprar uma casa confortável ou ter as suas necessidades básicas atendidas. E depois de visto isso tudo, o que você acha que este adolescente irá fazer? “Perdeu playboy!” “Passa tudo”. Preciso dizer mais alguma coisa?

E logo depois farão o que? Irão assinar a “carteira” no empregador do momento. Este mesmo empregador que irá pagar o triplo (estou sendo bonzinho) do que ele seria pago no emprego formal. Direitos trabalhistas? Que direitos? Se no formal existe patrões safados que não recolhem os impostos. Vendo isso tudo, o que você acha que acontecerá? Morrer todo mundo morre algum dia. Então o tempo que viverei, será no luxo, comprando tudo o que quero. Este é o pensamento de alguns dos jovens carentes que moram em favelas bem próximos de traficantes.

Morador de favela não é só bandido não. A dignidade floresce em ambientes em que poderia só haver o pior sentimento possível. Trabalhadores dignos, que pegam metrôs e ônibus lotados, que recebem uma esmola de salário e que não tem seus direitos atendidos, são a maioria da população destas comunidades. Um olhar mais preconceituoso baseado na ignorância apontaria ao contrario. Pois é muito mais fácil estigmatizar e discriminalizar do que reconhecer o esforço diário de cada um deles.

Meu avô sempre me dizia quando eu era pequeno que algumas das profissões que fomentam a sociedade deveriam ter uma distinção. Professores, médicos, caminhoneiros, advogados e policiais deveriam receber salários compatíveis com a sua importância. Mas o que acontece na vida real é que todas essas classes são mal remuneradas. E o que acontece? Uns continuam com seus dogmas e decência. Outros irão caminhar um caminho sem volta. O da corrupção.

“Não matarás” É o que diz um dos mandamentos. Queria muito que no nosso Brasil não acontecesse mais isto. Não estou falando somente do matar com facadas e nem com tiros, estou falando do matar com a negligência do poder público, com o abandono da sociedade, com a falta de oportunidades, com a falta de dignidade.

Nunca passei fome e nunca passei uma noite ao relento. Mas penso nos que passam. Párias de uma sociedade que insistem em virar o rosto e não dar a mínima. Um morador de rua, marginalizado vê todos os dias pessoas bem vestidas, se alimentando, com seus carros poluindo o ambiente e se pergunta… Porque não posso ter nada daquilo. Porque o meu país não pensa em mim, não me trata como um filho ou uma filha de Deus e não me traz o sopro revigorante da dignidade. Depois investidos de nossa ignorância do todo, com nossas armaduras burguesas, iremos apontar nossos dedos covardes e inábeis para as pessoas que viram bandidos ou que tomam a força o que eles têm direito.

Não o de ter MontBlanc’s ou Ferraris e nem tão pouco passear pela Times Square. Mas a possibilidade de comer, amar e rezar. Rezar por um novo dia, no seu colchão e não nos papelões de embalagens de manteiga. As mesmas que se roubarem por causa do rombo na barriga, irão presos.

E ainda falamos de justiça nesse país.

Ou melhor, somos justos?

Bom dia a todos e uma ótima quinta.

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Amigos e amigas do Blogão e meus amores.

Esta semana, pude perceber via uma amostra, de como os estudantes estão se portando como acadêmicos. O ambiente de uma faculdade é de desenvolvimento, aprendizagem e de socialização de conhecimento. Hoje, uma parcela significativa não dá valor as atividades extra curriculares, a congressos e seminários. Quando ocorrem tais eventos e os professores “liberam” o ponto, eles sequer aparecem nas dependências da faculdade. Essa é a deixa para que muitos, muitos mesmo, não agreguem um valor às suas trajetórias acadêmicas bem significativo. Inconsequentemente mas conscientemente, os estudantes perdem tais oportunidades de enriquecimento. E muitas delas serão únicas, farão parte das memórias de uma vida, uma vida em construção.

Não dá mais para ouvir e ver nas notícias que existem milhares de postos de trabalho no país. Mas que não são preenchidos pela falta de capacitação dos profissionais. Se eu sou um estudante de engenharia por exemplo, eu vou tentar ao máximo me aperfeiçoar na minha área de conhecimento e os seminários em sala, congressos e workshops, darão esta alavancada nas trajetórias profissionais.

O verdadeiro papel do estudante é beber na fonte. Bebam e se inebriem com tal preciosidade. Pois só com vontade de aprender e de alcançar sucesso profissional, teremos verdadeiros profissionais e não um bando de gente “formada”, pois ninguém se forma e sim nos graduamos, aperfeiçoamos e com efetividade colaboramos para um país melhor.

Beijo, fé em Deus e vontade de crescimento.

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Educação, palavra tão forte e necessária em tempos de trevas. Palavra que fará iluminar a direção na qual uma nação deverá trilhar na busca incessante de um futuro que não excluísse seus filhos e filhas e sim os acolhesse complementando assim sua missão.

Essa é uma palavra forte, capaz de remover montanhas, e que se faz necessário ser urgentemente repensada, para ver efetivado seu real significado nestes tempos em que, se quedarmos inertes, omissos, negligentes, as trevas se instalarão em definitivo e atingirão profundamente nossa nação.

EDUCAÇÃO é a palavra que iluminará o rumo que a nação brasileira deverá trilhar na busca incessante por um futuro que não exclua seus filhos e filhas e sim os acolha, tornando-os centro e destino das ações inclusivas.

Nós, educadores, somos aqueles que conduzem essa palavra-luz: EDUCAÇÃO!

Nós, educadores, temos a obrigação de sermos os solidificadores de um pensamento novo de sociedade, que respeite direitos e deveres, que explique a cada estudante o seu verdadeiro papel: O da consciência política e social.

A sociedade brasileira está em colapso. Todos estão procurando só o seu e não o coletivo. Isto se dá por um constante processo de degradação das relações interpessoais, fato que infelizmente terá um desdobramento desagradável nas escolas.

Não queremos o cenário que aí está. Definitivamente.

Dói no peito quando vemos as velhas e repetidas formas de reprodução do conhecimento. Não dando o direito de um esclarecimento mental e social a nenhum dos estudantes que pelas carteiras de nossas escolas públicas passarem.

Também quando vemos as velhas e repetidas formas de reprodução do conhecimento. Incomoda-nos quando constatamos que, na imensa maioria das vezes, a escola não busca imprimir o esclarecimento mental e a consciência social a nenhum dos estudantes que passam por suas carteiras. E isto não acontece somente nas nossas escolas públicas, pois vemos que nas escolas particulares também se valoriza a informação, mas não tanto a formação do cidadão.

Somente fiscalizando, humanizando e conscientizando as mentes dos nossos estudantes, conseguiremos o verdadeiro propósito do que é educar com responsabilidade. Que deverá começar com um papel de docência responsável e não o acomodado e reprodutor que vemos.

A revisão de realidades sociais deverá fazer parte de qualquer pensamento de mudança educacional. Não cabe mais só observar que a educação não chega aos bairros mais distantes e desfavorecidos. Todo veículo de transformação, a educação é direito de todos, não deveria escolher quem serão os contemplados.

O que é viver escola? O que é ter vivência escolar? Toda pessoa que por sorte, possuir recursos financeiros, preencherá uma vaga em alguma escola privada poderá responder. Os que pertencem ao outro lado da moeda, não terão muita coisa a se lembrar. Só de uma, que dói, devasta sonhos e ceifa futuros: A do descaso.

Professores do nosso Brasil, ou nos unimos em um propósito de alavancar uma verdadeira mudança de mentalidades ou continuaremos a repetir as mesmas premissas que estão levando a exclusão sistemática de gerações. Quem compactua com o velho método de reprodução de conteúdos nas escolas não deverá ter mais espaço participativo na concepção de um novo país.

Nosso povo atualmente recebe esmolas sociais como forma de compensação pela incapacidade das gestões públicas ineficientes e criminosas nas quais somos submetidos por décadas. Para a elite dominante do Brasil é muito mais conveniente podar uma possível mentalidade progressista do que auxiliar neste processo tão custoso e delicado.

Em toda minha trajetória educacional pude conviver com verdadeiros modelos de como um professor pode ser marcante na vida de um estudante. Dedicação é a palavra-chave assim como a inovação. Pois se em nossas salas de aula trouxermos sempre o novo, um novo que incentive a pensar e a participar, atingiremos o nosso propósito.

Só assim as vivências pedagógicas serão de construção e não a da reprodução. Uma nova aurora se aproxima e com ela novos olhares, mentalidades e vivências. Quem vive a escola, vive o Brasil.

E quem vive o Brasil, viverá um amanhã com um direito muito importante: O do ser e não o do ter.

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Por: Luciana Pinto Aguiar (minha amada mãe)

A missão fixada na Constituição Federal para o nosso estado brasileiro, democrático, elege a dignidade da vida humana e o bem-estar social como objetivos maiores.

Somos nós aqueles que, por opção, assumimos a obrigação de sermos os solidificadores de um pensamento novo de sociedade, que respeite direitos e deveres, que explique a cada estudante o seu verdadeiro papel de, como membro da nação, formar, firmar e disseminar uma consciência política que considere o social, não apenas o individual.

Não é preciso pregamos a construção de um socialismo, mas lutarmos pela socialização das atitudes de cada cidadão brasileiro.

Nosso papel é mais relevante quando a sociedade brasileira está em colapso, quando todos estão procurando alcançar somente seus interesses, não se importando com o bem estar coletivo, agindo em um constante processo de degradação das relações interpessoais que, infelizmente, já mostra um desdobramento desagradável nas escolas, nas ruas, nos lares.

Não queremos a manutenção do cenário que se vê instalado. Definitivamente ansiamos por um progresso constante, e quando não o encontramos, sua ausência nos aflige, nos oprime, nos abate psicológica e moralmente.

A sensação de paralisia, de falta de força rebaixa nossa auto-estima e nos deixa suscetíveis a aceitarmos o que é ruim. O sentimento de impotência nos acomoda.

Mas devemos ter consciência que nada temos de impotentes! Somos dotados de tanta força que, juntos, podemos mudar tudo para melhor, sempre! Basta a cada um apenas um primeiro passo, que é firmar o compromisso com essa vontade pessoal de fazer progredir!

Não podemos esperar apenas que os governantes dêem um primeiro passo. O nosso compromisso com um futuro melhor nos dá a chance de caminhar já, independentemente de uma ordem oficial.

O nosso caminho como portadores da palavra-luz EDUCAÇÃO deverá começar com o desempenho do papel de docência responsável, desprezando a atitude acomodada e reprodutora de erros seqüenciais que vemos se eternizando.

Somente fiscalizando, humanizando e conscientizando as mentes dos nossos estudantes, conseguiremos o verdadeiro propósito da função que escolhemos para nós, pedagogos, que é educar com responsabilidade.

A revisão de realidades sociais deverá fazer parte de qualquer pensamento de mudança educacional. Não cabe mais apenas observar que a educação não chega aos bairros mais distantes e desfavorecidos. Não vale mais ficar somente a criticar. É preciso agir!

O que é viver escola? O que é ter vivência escolar? É direito de uns poucos, sonegado à imensa massa de pessoas com poucos recursos que, sem o direito à educação, ficarão condenados à eternização da situação inferiorizada, à margem do progresso pessoal?

Terá direito à escola apenas quem, por sorte, possua recursos financeiros e é apto a preencher uma vaga em alguma escola privada? Permanecerão sem ter boas coisas para lembrar os que se encontram estampando o outro lado da moeda circulante ainda hoje no país e que tristemente mostra as duas faces opostas da nossa sociedade? Os sem acesso à educação só terão como recordação a verdade do descaso de governantes e a acomodação dos educadores, só terão na lembrança a realidade que dói no estômago e na alma, que devasta sonhos e ceifa futuros?

Como todo veículo de transformação, a EDUCAÇÃO é direito fundamental de todos e não pode escolher quem serão os contemplados com a sua concretização.

Professores do Brasil, nós estamos sendo submetidos a uma prova de cidadania onde temos duas opções de resposta, mas só uma delas é certa: a união de todos nós no propósito de alavancar uma verdadeira mudança de mentalidades, para não continuarmos a repetir as mesmas premissas que estão levando à exclusão sistemática dos direitos de gerações a uma educação que ilumine suas vidas com uma perspectiva de progresso.

Professores que somos, vamos convictos descartar a resposta errada, que é a da estagnação da missão de educar, com a qual estaríamos optando ficar acorrentados a práticas hoje já reconhecidamente nefastas. Se nos acomodarmos ao modelo vigente, estaremos escolhendo fazer nossa nação viver na escuridão da ignorância; estaremos vestindo as capas negras da omissão, demonstrando uma negligência assassina do futuro daqueles que serão nossos filhos, netos, nossos descendentes, o povo brasileiro! Estaremos matando a única forma de fazer do Brasil um país melhor!

Vamos dizer não à estagnação, à omissão, à negligência, à treva! Vamos carregar bem alto a palavra-luz EDUCAÇÃO!

Quem compactua com o velho método de reprodução de conteúdos nas escolas não pode ter espaço participativo na concepção de um novo país.

Vamos nos esforçar para, com nossa participação ativa, afastar da realidade do nosso amado Brasil o ineficiente panorama político atual, em que o povo vive atrelado à ignorância, a receber esmolas como forma de compensação pela deficiência histórica das gestões públicas no que diz respeito à educação, à formação de cidadãos com visão de futuro.

Vamos varrer do Brasil qualquer possibilidade de aceitar a idéia de que para a elite dominante se manter no poder é conveniente podar no nascedouro uma possível mentalidade progressista, abortando o processo educativo que exige compromisso com o outro e que por isso, neste mundo de egoísmo, é tão custoso e delicado.

Sou grato, por em minha trajetória educacional ter podido conviver com verdadeiros modelos de professor e ter aprendido como um mestre comprometido com a formação do educando pode ser marcante na vida de um estudante.

Já sabemos que é essencial a inovação da postura do educador e Dedicação é a palavra-chave a ser vivenciada com carinho, dia a dia, aula a aula, aluno a aluno.  É certo que se em nossos planejamentos pedagógicos, em nossas salas de aula, trouxermos sempre o novo, como incentivo ao pensar e ao participar, atingiremos o nosso propósito de formar cabeças aptas a mudar a rota da nossa nação.

Só assim as vivências pedagógicas serão realmente de construção e não mais estaremos vivenciando a reprodução, o aniquilamento.

Novos dias virão para o Brasil e para os brasileiros e nós, educadores, trazendo novos olhares, mentalidades e vivências, somos os que se apresentam iluminando essa nova aurora que se aproxima.

Quem vive a escola, vive o Brasil. E quem vive o Brasil verdadeiramente, na intensidade desse compromisso educacional, iluminador, que assumimos perante a nação da qual fazemos parte, sabe desde já que seremos vitoriosos na missão que abraçamos, pois com a nossa insubstituível ação, através da EDUCAÇÃO, todos os brasileiros viverão um amanhã onde estará conquistado, igualmente para todos, algo muito importante: o direito do ser e não mais o direito do ter.

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Quando falamos acerca de modificações sobre o modo de pensar educação vários dos nossos temores irão infelizmente voltar a assombrar nossos corações e mentes. O neoliberalismo com seu processo de construção hegemônica virá sempre em busca do seletivo social e não do pensamento do geral.

Esta estratégia de poder que sempre será articulada com um conjunto de reformas que visem a manutenção do poder que pelas minorias sempre será reivindicado. Cabendo aos que ficam a margem de qualquer benesse, reclamar seus direitos ou calar-se, como infelizmente é a regra.

Toda manobra que vise o pouco terá que ser encarada como hedionda socialmente.

O senso comum poderá ser manipulado por um propósito de conveniência de uma coerência que servirá para poucos, muito poucos. Sendo assim mais fácil de impor propostas de reforma que serão sempre impulsionadas por esta parcela da sociedade. Legitimando-se assim, um discurso de igualdade que pode soar bonito aos ouvidos de desenformados, mas, infelizmente, esconderia um ardiloso processo de controle do poder.

A aceitação deste senso comum pela maioria dará uma chancela que para os que a pregam. Incluindo neste bojo as mudanças tecnológicas que, por sua mudança constante e acesso difícil a totalidade não daria o ingresso para quem quiser entrar nesta festa que o convite é caro e seletivo, deverá entrar na lista de espera da negligência social.

A mudança de uma mentalidade deverá nortear a mudança tão idealizada por todos que almejam por uma sociedade pulsante e pujante. Não cabendo a preguiça e sim a vigilância constante.

O poder estatal pode ser de extrema valia ou de um dano extremo. Se o Estado vier legitimar o que é de interesse de poucos, será uma lástima. Mas por outro lado, se preservar todos os direitos e cobrar todos os deveres, terá havido a verdadeira contribuição de um verdadeiro estado democrático. A justiça social.

A crise das instituições de ensino deve-se a diversos fatores como o crescimento irresponsável e anárquico nos quais está sofrendo nas últimas décadas. Passamos por uma crise democrática e gerencial. Não temos acesso a um ensino de qualidade e como também gestores imbuídos de responsabilidade social.

A eficiência deverá ser fiscalizada como norma padrão e a escola deverá se cercar de qualidade. Só assim teremos ter uma verdadeira qualidade dos serviços educacionais. O que passa por uma revisão de por exemplo: Os sindicatos.

Os sindicatos ao invés de buscar a excelência educacional tendo como base a humanização dos profissionais de educação adotam notadamente critérios partidários que não contribuem para uma efetiva transformação da ótica educacional. Viram verdadeiras fogueiras de vaidades e não cenário para debates e reflexões.

A sociedade tem a sua parcela de culpa na medida em que avaliza e aceita um padrão de status quo que as intervenções neoliberalistas e estatais empurram goela abaixo dos cidadãos. Privatizando assim, o êxito e o fracasso social. A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Professores ganham mal, a precariedade das instalações reina absoluta, e o Estado definitivamente não intervém com eficácia.

O conhecimento é mercadoria assim como quem deseja uma boa educação deverá imperativamente se curvar à realidade ou engrossar a fila dos excluídos. Para estes, o sofrimento é sina e a exclusão é a regra.

Em minha opinião, a educação brasileira deveria ser administrada por pessoas de excelência. Em cada seara, especialistas deverão ser contratados, fiscalizados e cobrados deles a eficiência e a decência de propósitos. Só assim chegaremos ao patamar de desenvolvimento educacional coerente com as expectativas de uma nação que clama por mudanças.

As novas gerações de educadores deverão se conscientizar do verdadeiro papel de transformação da Educação como também a verdadeira bandeira do professor: Dedicação, humanização, conscientização e uma busca para uma justiça social que está infelizmente esquecida.

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Amores do Blogão

A Faculdade 2 de Julho, na cidade de Salvador, irá promover no próximo dia 23 de novembro às 19 horas o seminário “Vivências Pedagógicas” com o objetivo de socializar as vivências dos professores no curso dos 1º e 2º semestres do curso de Pedagogia.


A entrada é franca e todos os que participarem terão certificados de 4 horas que servirão como atividades extra-curriculares.

O debate acerca das vivências dos educadores e a perticipação dos estudantes serão as estrelas do evento.

Todos meus leitores de Salvador que façam da educação propósito de mudança de atitudes estarão convidados.

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