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Posts Tagged ‘Igualdade’


Quando falamos acerca de modificações sobre o modo de pensar educação vários dos nossos temores irão infelizmente voltar a assombrar nossos corações e mentes. O neoliberalismo com seu processo de construção hegemônica virá sempre em busca do seletivo social e não do pensamento do geral.

Esta estratégia de poder que sempre será articulada com um conjunto de reformas que visem a manutenção do poder que pelas minorias sempre será reivindicado. Cabendo aos que ficam a margem de qualquer benesse, reclamar seus direitos ou calar-se, como infelizmente é a regra.

Toda manobra que vise o pouco terá que ser encarada como hedionda socialmente.

O senso comum poderá ser manipulado por um propósito de conveniência de uma coerência que servirá para poucos, muito poucos. Sendo assim mais fácil de impor propostas de reforma que serão sempre impulsionadas por esta parcela da sociedade.

Legitimando-se assim, um discurso de igualdade que pode soar bonito aos ouvidos de desenformados, mas, infelizmente, esconderia um ardiloso processo de controle do poder.

A aceitação deste senso comum pela maioria dará uma chancela que para os que a pregam. Incluindo neste bojo as mudanças tecnológicas que, por sua mudança constante e acesso difícil a totalidade não daria o ingresso para quem quiser entrar nesta festa que o convite é caro e seletivo, deverá entrar na lista de espera da negligência social.

A mudança de uma mentalidade deverá nortear a mudança tão idealizada por todos que almejam por uma sociedade pulsante e pujante. Não cabendo a preguiça e sim a vigilância constante.

O poder estatal pode ser de extrema valia ou de um dano extremo. Se o Estado vier legitimar o que é de interesse de poucos, será uma lástima. Mas por outro lado, se preservar todos os direitos e cobrar todos os deveres, terá havido a verdadeira contribuição de um verdadeiro estado democrático. A justiça social.

A crise das instituições de ensino deve-se a diversos fatores como o crescimento irresponsável e anárquico nos quais está sofrendo nas últimas décadas. Passamos por uma crise democrática e gerencial.

Não temos acesso a um ensino de qualidade e como também gestores imbuídos de responsabilidade social.

A eficiência deverá ser fiscalizada como norma padrão e a escola deverá se cercar de qualidade. Só assim teremos ter uma verdadeira qualidade dos serviços educacionais. O que passa por uma revisão de por exemplo: Os sindicatos.

Os sindicatos ao invés de buscar a excelência educacional tendo como base a humanização dos profissionais de educação adotam notadamente critérios partidários que não contribuem para uma efetiva transformação da ótica educacional.

Viram verdadeiras fogueiras de vaidades e não cenário para debates e reflexões.

A sociedade tem a sua parcela de culpa na medida em que avaliza e aceita um padrão de status quo que as intervenções neoliberalistas e estatais empurram goela abaixo dos cidadãos. Privatizando assim, o êxito e o fracasso social.

A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Professores ganham mal, a precariedade das instalações reina absoluta, e o Estado definitivamente não intervém com eficácia.

O conhecimento é mercadoria assim como quem deseja uma boa educação deverá imperativamente se curvar à realidade ou engrossar a fila dos excluídos. Para estes, o sofrimento é sina e a exclusão é a regra.

Em minha opinião, a educação brasileira deveria ser administrada por pessoas de excelência. Em cada seara, especialistas deverão ser contratados, fiscalizados e cobrados deles a eficiência e a decência de propósitos.

Só assim chegaremos ao patamar de desenvolvimento educacional coerente com as expectativas de uma nação que clama por mudanças.

As novas gerações de educadores deverão se conscientizar do verdadeiro papel de transformação da Educação como também a verdadeira bandeira do professor: Dedicação, humanização, conscientização e uma busca para uma justiça social que está infelizmente esquecida.

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Nascida em Angola e radicada em Portugal há cerca de oito anos, a escritora Isabel Ferreira, que está em Salvador desde o último dia 24 de novembro lança seu mais recente trabalho, O guardador de memórias, neste sábado (6) às 10h na Livraria LDM da Piedade. A atividade é gratuita.

Nascida em Luanda, Isabel Ferreira licenciou-se em Direito, em Angola, e em dramaturgia na Escola Superior de Teatro e Cinema de Amadora, Portugal. Dentre as suas publicações, estão os livros de poesia Laços de Amor; Caminhos Ledos; Nirvana; A Margem das Palavras e, Fernando D’Aqui, escrito em prosa. O Guardador de Memórias, seu livro mais recente, é baseado no desabafo de mulheres angolanas insatisfeitas com suas realidades social e sentimental.

Escritora guerreira – Influenciada pela imagem de Che Guevara, em 1976, quando tinha apenas 18 anos Isabel Ferreira fugiu de casa e se juntou a um grupo de guerrilheiros, com os quais lutou na guerra civil angola, no período em que seu país batalhava por liberdade. “A Bahia apresenta aspectos sócio-culturais bastante parecidos com os de Angola. A semelhança cultural está presente na dança, na música, na culinária e até mesmo no temperamento do povo. A ligação entre essas duas localidades remonta ao período em que os Bantus, principal etnia angolana, eram escravizados e comercializados para o Brasil”, afirma Isabel, que visita o país pela segunda vez.

SERVIÇO:

O quê: Lançamento do livro O guardador de memórias

Onde: Salão de eventos da LDM (Rua Direita da Piedade, nº 20)

Quando: Dia 6 (sábado), às 10h.
Informações: (71) 21018007/ 3116-6678

Entrada Franca

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PALESTRAS NO PÓS-AFRO:

Violas D’Angola: sobre viagens, imagens e miragens de música

africana no Brasil dos oitocentos”


Prof. Dr. Salomão Jovino da Silva (Salloma) – PUC/SP

Data: 27 de novembo de 2008

Local: Auditório Milton Santos/CEAO – 18:30


Como entender a crise do Congo/Kinshasa fora dos paradigmas habituais”

Prof. Dr. Jacques Depelchin

Data: 28 de novembo de 2008

Local: Auditório Milton Santos/CEAO – 18:00


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sonho

Amigos

Sonho com o dia em que…..

Nos daremos as mãos com respeito às diferenças

O poder público cumpra com seu papel

Teremos uma polícia mais humanizada, que não seja arbitrária

Um judiciário destrancado e eficiente

Legisladores compromissados com a ética e a decência

O esporte como meio de formação de caráter e inclusão verdadeiramente social

Toneladas de alimentos não sejam depositados no lixo

Consigamos ter acesso a um emprego e um salário digno

Sejamos todos irmãos independentemente de raça, credo ou preferência sexual

Teremos hospitais equipados e médicos com bom ambiente de trabalho

Vagas nas escolas para nossas crianças, para todas elas

UM SISTEMA EDUCACIONAL CIDADÃO

Seremos tratados como homens e mulheres de bem e não de bens

Não sofreremos injustiças

Comeremos direito

Os idosos terão o que é realmente de direito, por merecimento e não por favor

Os milhões de hectares de terra improdutivos sejam pujantes

Homens e mulheres sejam mais tolerantes com suas diferenças

O Brasil realmente se faça ouvir lá fora

Sonho……..

Dedico este artigo, ao homem que sonhou à muito tempo atrás, Martin Luther King.

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