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Posts Tagged ‘Neoliberalismo’


Nos dias atuais falar sobre a tal da globalização está mais do que na moda, pois é conversa mais do que recorrente quando no concerne da integração de povos e culturas, controle econômico e como função normativa de regras e opiniões.

De fato a globalização é uma grande sociedade global, mas não se iluda, esta tal é um privilégio de poucos. Poucos estes que a controlam. Países pobres por exemplo não tem direito de serem ouvidos nesta tal globalização, regras vem de fora e se não aceitas deixam à margem os que contra ela se opuserem, numa manobra de coerção social globalizada. Para muitos isto não é crime. Será ?? 

É de fábulas que o nosso mundo vive e como tal a globalização não poderia em hipótese nenhuma estar contra esta tendência. Idealismo e realidade irão infelizmente traçar caminhos opostos sempre que a vontade econômica de alguma potência for ameaçada, acabando assim com os sonhos de várias pessoas que acreditam em um mundo justo e igual a todos. Mas o panorama é perverso e atroz, nos atingindo quase que diariamente com um “soco no fígado”. E sem direito a reclamar !!

A perversidade econômica na qual somos submetidos todos os dias além de ser claustrofóbica nos força a sermos diferentes de nossas índoles senão fatalmente iremos ficar para trás. A ONU tem culpa neste cartório pois é submissa e omissa aos interesses de poucos, aumentando assim o triste cenário de descaso coletivo. Dói ver meus irmãos africanos morrerem aos milhões todos os anos por não existir em uma sociedade globalizada programas de auxílio aos que tanto necessitam.

Quero, e muito estar presente em um dia que nada destes mecanismos sejam utilizados em nome daquele país e sim o mundo como deve ser, constituído de uma grande e harmoniosa sociedade global. Isso é futuro, isso é crescimento e também uma oportunidade de escutarmos quem nunca teve por direito sua voz ouvida. “I have a dream” – Martin Luther King.

O mundo capitalista encontrou na globalização o seu principal agente e com ela encontrou seu ápice uma vez passou a contar com um sistema de informação eficaz surgindo assim uma propagação de um sistema de técnicas na qual a informação serve de “ponte” entre vários sistemas e também paises. Mas esta informação é infelizmente controlada por poucos e só temos notícias do que se quer mostrar.

Não nos mostram a veracidade de fatos que deveriam ser a referência da comunicação global. A comunicação tem um aspecto político muito importante. As guerras e os inúmeros crimes cometidos são encobertos todos os dias. Isto só para citar alguns.

A informação é um transmissor global pois nos afeta direta ou indiretamente. É através deste processo que o uso das técnicas começa a produzir história. Empresas e Estado participam de uma co-relação se utilizando deste sistema.

Cada empresa comanda suas operações e com isto se torna uma unidade política muito poderosa e dependendo do seu tamanho poderá influir no modelo de globalização de uma economia. Economia, esta, que dá mostras atualmente que não tem um bom fôlego para suportar muitos solavancos.

O computador tem papel muito importante no processo de globalização pois é nele que a maioria das informações estão contidas. Uma vez estando todos interligados em uma rede, como a Internet, surge a possibilidade de uma finança universal responsável pela imposição a todo globo de uma mais-valia mundial

Com a competitividade acirrada entre as empresas, uma busca de produção por matérias-primas – que não sejam as naturais – toma corpo. A necessidade de produção e de pesquisa tem impulsionado constantemente as empresas ao aperfeiçoamento dos produtos por elas fabricado

A crise financeira entra neste contexto como um agente da globalização constituindo-se na ÚNICA crise que os países querem afastar, confundindo ganância com necessidade.

Infelizmente, o dinheiro como também a informação são os fornecedores e os impositores do nosso sistema ideológico o qual legitimiza as ações do indivíduo em sociedade. A sociedade – que em decorrência de uma competitividade sugerida pela produção e pelo consumo – incentiva a criação de novos totalitarismos os quais são mais facilmente aceitos graças à confusão instalada nos membros da sociedade. Tal confusão é gerada porque o que se informa só é aquilo que é pertinente aos países controladores da sociedade global, o que pode realmente confundir as escolhas de uma sociedade.  

Como toda arma, a informação se for controlada por pessoas amorais/imorais terá sempre o caráter dúbio pois infelizmente, os meios de comunicação não têm compromisso com a veracidade mas sim com danos colaterais que eventualmente possam ser expostos, o que acaba aprofundando a criação de desigualdades das mais variadas formas. Um exemplo disso é a TV Globo que, na época de Collor de Mello, fez de tudo para que acontecesse o impeachment. Ocorre que a TV recentemente deveria, com o mesmo tom investigativo, aprofundar-se nas investigações a respeito do “mensalão”, o que acabou não fazendo. Jogo de interesses!

A informação, infelizmente, não esclarece mas sim confunde em níveis alarmantes. O que funciona é o poder de convencimento de uma boa peça publicitária. Esta sim, tem o dom de manipular e convencer a compra desse ou daquele produto que está à venda, não instruindo a sociedade para possíveis riscos de um consumo inadequado.

Cada fato merece e tem por obrigação ter uma interpretação adequada e não a dolosa que vemos todos os dias. Merecemos ter um sistema de comunicação que nos proteja e alerte e não um que nos sabote em nome de um ideal de protecionismo criminoso que o neoliberalismo nos expõe dia após dia.

O dinheiro funciona como um “estuprador social” pois o mecanismo no qual o nosso vil metal faz parte ceifa sonhos e exclui sistematicamente uma gigantesca parcela da população brasileira, criando barreiras que, para muitos, será de difícil transposição. Numa sociedade pobre como a nossa onde a Educação vem segundo plano, teremos que aturar esse cenário por muito tempo pois só seus integrantes poderão tornar menos penosa a evolução da sociedade brasileira.

Com dinheiro em jogo, a concorrência fica cada dia mais acirrada, constituindo-se numa verdadeira guerra – com armas para lá de duvidosas. Restando, infelizmente, afastados os ideais de compaixão e justiça que deveriam nortear condutas e ser base para muitas referências.

Com o sucesso das campanhas publicitárias, a manipulação das empresas – no que diz respeito aos consumidores – é incrível nos dias atuais. Só é vendido o que dá retorno e não o que a sociedade realmente precisa e merece. Tudo isto com o auxilio da justiça pois ela infelizmente atua como controlador em favor do capitalismo e não atuando nas searas de igualdade e retidão que deveriam ser sua obrigação constante.

O consumo e o dinheiro, hoje, são os reguladores da vida social. Você, caro amigo leitor, se encaixará em um círculo dependendo da quantidade de dinheiro que possui. Mais significa jet set e menos significa abandono e marginalização. Para viver um sonho ilusório, varias pessoas se endividam para tentar chegar onde poucos chegaram e nesta pirâmide perversa a solidariedade é posta infelizmente em segundo plano.

A realidade, para muitos, é uma grande fábrica de perversidade. Com ela a pobreza é dividida em vários setores que infelizmente só possuem uma similaridade: A da exclusão de oportunidades e do não questionamento das necessidades reais de cada um. O que vejo às vezes são iniciativas de combate à pobreza feitas por alguns intelectuais. Infelizmente são muito poucas haja vista a demanda e a urgência de medidas que sistemática e diariamente possam atuar nas vidas destas pessoas.

 O Brasil está longe de ser um país soberano!!! Somos sim permissivos e incapazes de lidar com nossas necessidades. Somos incapazes de escutar uma parcela da população que se encontra lobotomizada e amordaçada sem direito a ser ouvida.

Somente com todos participando das ações de quem votamos teremos uma globalização de fato e não de discursos de capitalistas selvagens.

Cada qual no seu quadrado é o que diz a música mas, ao mesmo tempo, isso se aplica ao conceito de globalização de uma forma mais do que evidente. O conceito de egoísmo toma proporções que nem mesmo todas as cabeças pensantes do mundo conseguirão mensurar este problema mais do que pertinente.

Um exemplo bem claro disso é o uso de matérias-primas na fabricação do Biodiesel. Enquanto nós brasileiros usamos fontes renováveis, os EUA usam materiais primários como o milho. Quando faltar por exemplo material para ração animal aí a coisa mudará de figura. Depois de vários protestos, parece que lentamente irão mudar o procedimento e passarão a adotar outros métodos de produção.

As empresas são maquiavélicas tem o poder de manipular o Estado e sob o exercício deste poder manipulam leis e regras de conduta – em nome de um acumulo de poder tamanho – que em muitos países do mundo se confundem o poder administrativo e as empresas de grande porte.           

Na guerra empresarial dos tempos modernos há uma grande lacuna entre a competitividade e a solidariedade. Que infelizmente poderiam andar de braços dados compactuando com o conceito da real globalização que tanto queremos. Mas, infelizmente, quando são colocados na mesa balanços financeiros e lucros com dividendos a coisa muda rapidamente. Com cada um querendo uma enorme fatia do bolo, corroborando com a célebre música dos Titãs “Homem primata, capitalismo selvagem !! Ôôôô !!”

Tudo isso poderia ser evitado se realmente existisse em nosso planeta uma ordem global. Será que vivemos em um mundo com normas e regras? Ou será que o avassalador poder do dinheiro corrói tudo e a todos? Sinceramente, quando isso afeta a Educação do nosso Brasil perco até o sono.

Outro capítulo, que causa sofrimento e dor aos que são vitimas do neoliberalismo e da globalização, é o que concerne à vida no campo. Com as novas técnicas de cultivo, os implementos agrícolas, financiamentos e o avanço nos conceitos de como lidar com a terra, muitos dos que não tem tais recursos e nem como adquirirem financiamentos governamentais simplesmente saem do campo e vão para as cidades. Em um processo cada vez mais rotineiro e cada vez mais silencioso.

Quando chegam às grandes cidades, encontram o lado perverso que é sempre mostrado aos “forasteiros” – o do desemprego sistemático – o máximo que conseguem são postos de trabalho que teriam como regras a subserviência e a humilhação destes que, infelizmente, não são valorizados como mão de obra e sim como reses confinadas em um processo digno de revolta social.

Palavra bonita de se dizer: DIVERSIDADE. Será que conversamos a respeito de uma forma construtiva? Será que respeitamos individualidades? Ou será que em nome de um progresso movido a muito dinheiro esmagamos corpos e calamos vozes? Estas perguntas ficarão sem respostas por um bom tempo.

O que vejo como conceito de território é uma alienação e uma deturpação da verdadeira definição de tal palavra. Território tem que ser um local de produção constante, com mecanismos que possam promover um desenvolvimento dos seres que lá habitam. Não deve haver nunca o sentido do “isso aqui é meu” só querendo a posse para fazer o que bem entenderem. Sem uma devida e construtiva aplicação.

O ser cidadão passa por uma constante fiscalização do que realmente fazem em nosso território, no seu país, na sua casa e mais importante: Na sua vida. Todos os habitantes que se julguem verdadeiros cidadãos tem por obrigação serem os fiscais de um novo tempo e com este novo tempo as suas necessidades mais do que garantidas.

 Isso sim, é se preocupar com o próximo, trata-los como seu fossem nós mesmos. Quando doer no calo de todo mundo de uma vez só a coisa mudará de figura como mágica. Esta feita por um constante processo de aprimoramento de uma sociedade global que por força de uma bestialidade inconseqüente ainda encontra-se engatinhando.

As raízes de nossa existência nos permitem coexistir sem que não haja uma sistemática destruição de valores, sentimentos, ideais de um sentimento que é o mais sublime: O da esperança. De dias melhores e que estes mesmos tragam uma competição sadia entre os países e que nossos direitos sejam mais do que respeitados.

Que a nossa voz sempre seja ouvida em nome de um amor universal. O neoliberalismo infelizmente não nos libertou de alguns dos ideais mais primitivos. Mas como a cabeça de um ser humano é uma seara de surpresas, espero me encantar com atitudes que me remetam a nossa verdadeira origem: Que todos somos filhos e filhas de Deus.

 O meu o seu e o nosso Brasil ainda infelizmente dorme em berço esplendido, não sabendo ainda do seu potencial. A população ainda se encontra manipulada e extirpada de qualquer forma de representação política. A única oportunidade em que todos se equivalem em meu país é quando votamos mas, infelizmente, pela necessidade ou talvez pela ignorância social ainda trocamos votos por alguma mercadoria ou algum favor.

Choro e com o coração rasgado quando vejo a Educação em meu país ser posta em segundo plano, quem legisla na sabe a alegria que é ver uma pessoa olhar no fundo dos olhos de um professor e dizer: Muito obrigado por me ensinar e por ver algo que não tinha nem sequer a idéia que existia e com a sua dedicação e também paciência me inserir em um contexto que sempre desejei e que antes estaria à margem da sociedade.

E aí, caro amigo leitor, que a verdadeira globalização acontece! A do coração, da mente e a da justiça de ações que tornem o meu planeta mais habitável, mais Terra. Entendeu?

Dedico este trabalho acadêmico ao homem que me ensinou a ver o mundo com olhos mais fraternos e com justiça de ações. O meu avô João Adonias Aguiar. Homem feito de uma estirpe que infelizmente nas últimas gerações temos esquecido. A da humanidade. Eternamente te amarei….. Incondicionalmente.

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Quando falamos acerca de modificações sobre o modo de pensar educação vários dos nossos temores irão infelizmente voltar a assombrar nossos corações e mentes. O neoliberalismo com seu processo de construção hegemônica virá sempre em busca do seletivo social e não do pensamento do geral.

Esta estratégia de poder que sempre será articulada com um conjunto de reformas que visem a manutenção do poder que pelas minorias sempre será reivindicado. Cabendo aos que ficam a margem de qualquer benesse, reclamar seus direitos ou calar-se, como infelizmente é a regra.

Toda manobra que vise o pouco terá que ser encarada como hedionda socialmente.

O senso comum poderá ser manipulado por um propósito de conveniência de uma coerência que servirá para poucos, muito poucos. Sendo assim mais fácil de impor propostas de reforma que serão sempre impulsionadas por esta parcela da sociedade. Legitimando-se assim, um discurso de igualdade que pode soar bonito aos ouvidos de desenformados, mas, infelizmente, esconderia um ardiloso processo de controle do poder.

A aceitação deste senso comum pela maioria dará uma chancela que para os que a pregam. Incluindo neste bojo as mudanças tecnológicas que, por sua mudança constante e acesso difícil a totalidade não daria o ingresso para quem quiser entrar nesta festa que o convite é caro e seletivo, deverá entrar na lista de espera da negligência social.

A mudança de uma mentalidade deverá nortear a mudança tão idealizada por todos que almejam por uma sociedade pulsante e pujante. Não cabendo a preguiça e sim a vigilância constante.

O poder estatal pode ser de extrema valia ou de um dano extremo. Se o Estado vier legitimar o que é de interesse de poucos, será uma lástima. Mas por outro lado, se preservar todos os direitos e cobrar todos os deveres, terá havido a verdadeira contribuição de um verdadeiro estado democrático. A justiça social.

A crise das instituições de ensino deve-se a diversos fatores como o crescimento irresponsável e anárquico nos quais está sofrendo nas últimas décadas. Passamos por uma crise democrática e gerencial. Não temos acesso a um ensino de qualidade e como também gestores imbuídos de responsabilidade social.

A eficiência deverá ser fiscalizada como norma padrão e a escola deverá se cercar de qualidade. Só assim teremos ter uma verdadeira qualidade dos serviços educacionais. O que passa por uma revisão de por exemplo: Os sindicatos.

Os sindicatos ao invés de buscar a excelência educacional tendo como base a humanização dos profissionais de educação adotam notadamente critérios partidários que não contribuem para uma efetiva transformação da ótica educacional. Viram verdadeiras fogueiras de vaidades e não cenário para debates e reflexões.

A sociedade tem a sua parcela de culpa na medida em que avaliza e aceita um padrão de status quo que as intervenções neoliberalistas e estatais empurram goela abaixo dos cidadãos. Privatizando assim, o êxito e o fracasso social. A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Professores ganham mal, a precariedade das instalações reina absoluta, e o Estado definitivamente não intervém com eficácia.

O conhecimento é mercadoria assim como quem deseja uma boa educação deverá imperativamente se curvar à realidade ou engrossar a fila dos excluídos. Para estes, o sofrimento é sina e a exclusão é a regra.

Em minha opinião, a educação brasileira deveria ser administrada por pessoas de excelência. Em cada seara, especialistas deverão ser contratados, fiscalizados e cobrados deles a eficiência e a decência de propósitos. Só assim chegaremos ao patamar de desenvolvimento educacional coerente com as expectativas de uma nação que clama por mudanças.

As novas gerações de educadores deverão se conscientizar do verdadeiro papel de transformação da Educação como também a verdadeira bandeira do professor: Dedicação, humanização, conscientização e uma busca para uma justiça social que está infelizmente esquecida.

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Com o avanço das tecnologias e das artes de um modo geral, se apresentou no bojo destas informações um novo conceito de cultura e de informação, e também para a substituição de velhos dogmas que já eram discutidos. Uma mudança sistemática acontecia a olhos vistos mudando assim como veríamos as próximas décadas a seguir.

Com esta mudança, cria-se um novo olhar sobre a cultura mundial que passa a ser globalizada. Notados eram também os avanços na área cientifica, mas, o que daria verdadeiramente o nome a esta sociedade seria a alavancagem do capitalismo. Fato que marcaria inclusive o cenário mundial com a outrora temida Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética.

E com este acirramento de relações, o mundo se esquivava ao poderio bélico e econômico destes países, aumentando e muito o sentido de discrepância entre o resto do planeta. Vale a pena salientar que outras modificações no modo de vida do cidadão global começariam dali. O neoliberalismo que surgira uma década antes teria no pós-modernismo uma fonte inesgotável de fomentação e justificação.

Demerval Saviani afirma que o pós-modernismo ficaria pautado pelo esvaziamento do trabalho pedagógico na escola, a decadência da cultura e que margearia com fragmentações e superficialidade de conteúdos. Já o pensador brasileiro Sergio Paulo Rouanet afirma que, o prefixo pós tem muito mais sentido exorcizar o velho do que fomentar o novo, ou seja, há uma “consciência de ruptura”.

A humanidade tem este péssimo mau costume de fomentar o novo sem uma base cuidadosamente elaborada. Pois, em minha opinião só deveríamos partir para um novo conceito depois de analises contundentes acerca de tais modificações. Não só caberia a mudança, que é latente nos seres humanos, a consciência de propósitos também é de primaz analise.

E através dos processos de evolução o homem como sujeito modificador também sofrerá suas mazelas. Pois nenhum ser agüentaria tamanha mudança sem que haja uma deteriorização de mentes e corpos. Pois toda a evolução costuma cobrar o seu preço, que em muitas das vezes é caro. Mas a premissa todos nós sabemos de cor, que é o privilegiamento de poucos, e nós por estes poucos que iremos nos modificar.

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