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Posts Tagged ‘Pedagogia’


Educação, palavra tão forte e necessária em tempos de trevas. Palavra que fará iluminar a direção na qual uma nação deverá trilhar na busca incessante de um futuro que não excluísse seus filhos e filhas e sim os acolhesse complementando assim sua missão.

Essa é uma palavra forte, capaz de remover montanhas, e que se faz necessário ser urgentemente repensada, para ver efetivado seu real significado nestes tempos em que, se quedarmos inertes, omissos, negligentes, as trevas se instalarão em definitivo e atingirão profundamente nossa nação.

EDUCAÇÃO é a palavra que iluminará o rumo que a nação brasileira deverá trilhar na busca incessante por um futuro que não exclua seus filhos e filhas e sim os acolha, tornando-os centro e destino das ações inclusivas.

Nós, educadores, somos aqueles que conduzem essa palavra-luz: EDUCAÇÃO!

Nós, educadores, temos a obrigação de sermos os solidificadores de um pensamento novo de sociedade, que respeite direitos e deveres, que explique a cada estudante o seu verdadeiro papel: O da consciência política e social.

A sociedade brasileira está em colapso. Todos estão procurando só o seu e não o coletivo. Isto se dá por um constante processo de degradação das relações interpessoais, fato que infelizmente terá um desdobramento desagradável nas escolas.

Não queremos o cenário que aí está. Definitivamente.

Dói no peito quando vemos as velhas e repetidas formas de reprodução do conhecimento. Não dando o direito de um esclarecimento mental e social a nenhum dos estudantes que pelas carteiras de nossas escolas públicas passarem.

Também quando vemos as velhas e repetidas formas de reprodução do conhecimento. Incomoda-nos quando constatamos que, na imensa maioria das vezes, a escola não busca imprimir o esclarecimento mental e a consciência social a nenhum dos estudantes que passam por suas carteiras. E isto não acontece somente nas nossas escolas públicas, pois vemos que nas escolas particulares também se valoriza a informação, mas não tanto a formação do cidadão.

Somente fiscalizando, humanizando e conscientizando as mentes dos nossos estudantes, conseguiremos o verdadeiro propósito do que é educar com responsabilidade. Que deverá começar com um papel de docência responsável e não o acomodado e reprodutor que vemos.

A revisão de realidades sociais deverá fazer parte de qualquer pensamento de mudança educacional. Não cabe mais só observar que a educação não chega aos bairros mais distantes e desfavorecidos. Todo veículo de transformação, a educação é direito de todos, não deveria escolher quem serão os contemplados.

O que é viver escola? O que é ter vivência escolar? Toda pessoa que por sorte, possuir recursos financeiros, preencherá uma vaga em alguma escola privada poderá responder. Os que pertencem ao outro lado da moeda, não terão muita coisa a se lembrar. Só de uma, que dói, devasta sonhos e ceifa futuros: A do descaso.

Professores do nosso Brasil, ou nos unimos em um propósito de alavancar uma verdadeira mudança de mentalidades ou continuaremos a repetir as mesmas premissas que estão levando a exclusão sistemática de gerações. Quem compactua com o velho método de reprodução de conteúdos nas escolas não deverá ter mais espaço participativo na concepção de um novo país.

Nosso povo atualmente recebe esmolas sociais como forma de compensação pela incapacidade das gestões públicas ineficientes e criminosas nas quais somos submetidos por décadas. Para a elite dominante do Brasil é muito mais conveniente podar uma possível mentalidade progressista do que auxiliar neste processo tão custoso e delicado.

Em toda minha trajetória educacional pude conviver com verdadeiros modelos de como um professor pode ser marcante na vida de um estudante. Dedicação é a palavra-chave assim como a inovação. Pois se em nossas salas de aula trouxermos sempre o novo, um novo que incentive a pensar e a participar, atingiremos o nosso propósito.

Só assim as vivências pedagógicas serão de construção e não a da reprodução. Uma nova aurora se aproxima e com ela novos olhares, mentalidades e vivências. Quem vive a escola, vive o Brasil.

E quem vive o Brasil, viverá um amanhã com um direito muito importante: O do ser e não o do ter.

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Amores do Blogão

A Faculdade 2 de Julho, na cidade de Salvador, irá promover no próximo dia 23 de novembro às 19 horas o seminário “Vivências Pedagógicas” com o objetivo de socializar as vivências dos professores no curso dos 1º e 2º semestres do curso de Pedagogia.


A entrada é franca e todos os que participarem terão certificados de 4 horas que servirão como atividades extra-curriculares.

O debate acerca das vivências dos educadores e a perticipação dos estudantes serão as estrelas do evento.

Todos meus leitores de Salvador que façam da educação propósito de mudança de atitudes estarão convidados.

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Quando falamos acerca de modificações sobre o modo de pensar educação vários dos nossos temores irão infelizmente voltar a assombrar nossos corações e mentes. O neoliberalismo com seu processo de construção hegemônica virá sempre em busca do seletivo social e não do pensamento do geral.

Esta estratégia de poder que sempre será articulada com um conjunto de reformas que visem a manutenção do poder que pelas minorias sempre será reivindicado. Cabendo aos que ficam a margem de qualquer benesse, reclamar seus direitos ou calar-se, como infelizmente é a regra.

Toda manobra que vise o pouco terá que ser encarada como hedionda socialmente.

O senso comum poderá ser manipulado por um propósito de conveniência de uma coerência que servirá para poucos, muito poucos. Sendo assim mais fácil de impor propostas de reforma que serão sempre impulsionadas por esta parcela da sociedade.

Legitimando-se assim, um discurso de igualdade que pode soar bonito aos ouvidos de desenformados, mas, infelizmente, esconderia um ardiloso processo de controle do poder.

A aceitação deste senso comum pela maioria dará uma chancela que para os que a pregam. Incluindo neste bojo as mudanças tecnológicas que, por sua mudança constante e acesso difícil a totalidade não daria o ingresso para quem quiser entrar nesta festa que o convite é caro e seletivo, deverá entrar na lista de espera da negligência social.

A mudança de uma mentalidade deverá nortear a mudança tão idealizada por todos que almejam por uma sociedade pulsante e pujante. Não cabendo a preguiça e sim a vigilância constante.

O poder estatal pode ser de extrema valia ou de um dano extremo. Se o Estado vier legitimar o que é de interesse de poucos, será uma lástima. Mas por outro lado, se preservar todos os direitos e cobrar todos os deveres, terá havido a verdadeira contribuição de um verdadeiro estado democrático. A justiça social.

A crise das instituições de ensino deve-se a diversos fatores como o crescimento irresponsável e anárquico nos quais está sofrendo nas últimas décadas. Passamos por uma crise democrática e gerencial.

Não temos acesso a um ensino de qualidade e como também gestores imbuídos de responsabilidade social.

A eficiência deverá ser fiscalizada como norma padrão e a escola deverá se cercar de qualidade. Só assim teremos ter uma verdadeira qualidade dos serviços educacionais. O que passa por uma revisão de por exemplo: Os sindicatos.

Os sindicatos ao invés de buscar a excelência educacional tendo como base a humanização dos profissionais de educação adotam notadamente critérios partidários que não contribuem para uma efetiva transformação da ótica educacional.

Viram verdadeiras fogueiras de vaidades e não cenário para debates e reflexões.

A sociedade tem a sua parcela de culpa na medida em que avaliza e aceita um padrão de status quo que as intervenções neoliberalistas e estatais empurram goela abaixo dos cidadãos. Privatizando assim, o êxito e o fracasso social.

A escola funciona mal porque as pessoas não reconhecem o valor do conhecimento. Professores ganham mal, a precariedade das instalações reina absoluta, e o Estado definitivamente não intervém com eficácia.

O conhecimento é mercadoria assim como quem deseja uma boa educação deverá imperativamente se curvar à realidade ou engrossar a fila dos excluídos. Para estes, o sofrimento é sina e a exclusão é a regra.

Em minha opinião, a educação brasileira deveria ser administrada por pessoas de excelência. Em cada seara, especialistas deverão ser contratados, fiscalizados e cobrados deles a eficiência e a decência de propósitos.

Só assim chegaremos ao patamar de desenvolvimento educacional coerente com as expectativas de uma nação que clama por mudanças.

As novas gerações de educadores deverão se conscientizar do verdadeiro papel de transformação da Educação como também a verdadeira bandeira do professor: Dedicação, humanização, conscientização e uma busca para uma justiça social que está infelizmente esquecida.

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A educação é um dos maiores problemas dos séculos de outrora e também dos séculos que se avizinham. Por um lado temos o conforto de que avanços tecnológicos estão acontecendo em larga escala, por outro, ficamos muito preocupados acerca da educação social que estamos tendo.

E o que seria esta educação social? Uma educação que respeite diferenças e valores, que saiba conviver com discrepâncias e que ajude em uma fomentação de um sentido de liberdade, mas com responsabilidade.

A economia é atroz na medida em que o dinheiro fala mais, e por conseqüência, a educação será destinada a reprodução do que é conveniente para os poucos que regem os destinos econômicos do mundo. Pois em se tratando de uma sociedade global ciente de tudo o que ocorre, e como são manipulados em nome de um neoliberalismo, a história seria outra… Ô como seria.

Esta doutrina econômica me permitam trocar o nome neoliberalismo para canibalismo, prioriza o pouco em nome de um teatro com nós sendo os coadjuvantes. Não que o “canibalismo” só traga coisas ruins, muitos dos sistemas que atualmente regem o nosso planeta estão alicerçados no neoliberalismo. As transações financeiras são um bom exemplo, com os mercados interligados com uma rapidez notável.

A educação infelizmente demonstra como o neoliberalismo pode afetar de forma dramática o modo como podemos nos beneficiar com ela. Hoje, o que se pratica é uma educação de qualidade para poucos, bem poucos, enquanto que para o resto só sobra a repetição de um conteúdo desestimulante e já conhecido. Isso sem falar da precariedade de estruturas e de docentes.

E o que acontece? Programas de inclusão educacional são implementados com o propósito de compensar o que por obrigação o Estado teria dever. Assim, com um programa “tampão” preencheriam as lacunas com um cala-boca social, fato que traria um falso sinal de competência administrativa.

Este quadro infelizmente não duraria por muito mais tempo, de novo a responsabilidade de educar de uma forma plena passaria para as famílias, estas teriam que se desdobrar para cumprir uma função que seria do Estado. Pensemos um pouco. Uma família que vive em situação de miséria extrema poderia cumprir com toda uma carga educacional? Fica a reflexão.

Métodos estão aí para serem repensados. Nenhum método pode ser considerado infalível, só o dos políticos corruptos em Brasília dá certo. Enriquecer a custa do povo no menor tempo possível. A educação brasileira se espelha no velho método de passe e repasse de conteúdo. Esta “cartilha” só aumenta desigualdades e multiplica sérios problemas futuros.

Desde pequena ouço minha mãe dizer que sempre existiu programas de implementação da educação. Todos eles com prazo de validade. Eram feitos para “tapar buraco” ou “esconder elefante em caixa de fósforos”. O discurso sofista é sedutor, e quando a platéia é na sua maioria esmagadora formada por gente sem instrução, o efeito é cruel e só privilegiaria a poucos.

Será que o “gene da pobreza” existe? Tenho certeza que não. Existe sim é o vírus de uma economia faminta por exclusão, fome, desemprego e sem apetite nenhum para discutir como o “prato” chegaria para os que não o tem.

Até em programa de humor a culpa é do pobre. Será? Sinceramente não! Pois não se deve colocar a culpa em quem não teve o DIREITO de ter o luxo de contar com o livre arbítrio para suas decisões. Pois em muitos casos ou se rouba ou morre de fome, ou se trabalha ou vai para escola. E que tipo de escola o pobre irá ver? Adivinhem!

Como em um castelo de cartas pronto a cair, a educação semeia a violência e a desesperança em um futuro. Pobre rouba para comer, senador rouba para dar jóia a amante e o presidente jura que não sabe e nem viu nada. É Mole?

Será a neoreforma a solução? Só se cair nas mãos das pessoas que hoje se encontram marginalizadas, estas sim, devem ser ouvidas com uma urgência que nuca tivemos noticia.

Temos que semear a democracia justa e plena, aquela que veja todos os seus filhos com os olhos de uma mãe amorosa. Que dê acesso a todos os bens descritos na Declaração Universal dos Direitos do Homem e não seja regida por uma orquestra desafinada com o propósito de todos.

Aí, com todos sendo gente, seremos verdadeiros filhos de Deus. Ele (a) tenho certeza não é neoliberal, e sim neoeducacional ou neoalimental.

Por: Jaqueline Gasparini

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Muitos se perguntam: Qual é o verdadeiro valor da educação? Qual contribuições ela poderá implementar? E o sentido disso tudo? A educação tem como finalidade a liberdade de mentes e ações, sendo que na esfera das ações, a ética e o sentido de coletividade deverá preponderar.

O sentido de se educar e nada mais nada menos do que uma razão e com ela a produção de uma vontade. Cada homem é um ser único, mas, também, a humanidade inteira daí que vem o dever histórico com a educação. O de não sermos egoístas e sim agirmos com a razão.

Claro que se vivêssemos em um mundo sem ética e nem valores, nada poderia ser feito. Não teríamos esperança de um futuro promissor e sim a repetição de discursos que iriam reproduzir o caos mental e a bestialidade de comportamentos.

A comunicação entre a raça humana é um capítulo importante neste contexto. Pois através do compartilhamento de um horizonte de idéias, conseguiremos avaliar o que é bom ou mal, sem prejuízo para ninguém. Isso em um mundo ético e moral.

Todo processo, e o educacional tem a obrigação disto, é a permissão da crítica. Pois só através de um criterioso processo de avaliação, poderemos aprender com nossos erros, constituindo assim em um ritual de aprimoramento de ações e de metas, levando muito em conta o geral e não o único.

A fala, em relação ao mundo físico, é a porta de entrada para o mundo físico, assim sendo, poderemos com nosso discurso conseguir construir ou destruir as nossas vidas ou as de outrem.

Palavras são as armas mais importantes em um processo dialógico, mas deverão ter sempre a vigilância e a eticidade em cada ação ou em cada propósito.

A educação tem como finalidade a produção de uma humanidade com ética de valores. E o resgate das funções da educação só se dará com uma ação pedagógica contumaz e incisiva, para que não hajam desvirtuamentos e nem a reprodução de discursos que não sejam norteados pela ética.

A educação é ferramenta importante para se estabelecer uma competência interativa. Ela junto com a fala aprimoraria técnicas de comunicação e estabeleceriam um método de troca de informações.

Mas como toda arma, a educação tem o seu lado perverso. O pensamento ocidental contribuiu e muito para tal processo. A idéia de dominação e a da manipulação até hoje fazem suas vítimas, a parcela mais pobre das populações é que paga preço altíssimo por tal ato criminoso.

Aqui em meu país, não se trata educação como agente transformador e sim esmola social. Pois para a consciência de nossos políticos, o ideal de uma sociedade é o da lobotomização de indivíduos e com isso ceifando de forma arbitrária e proposital a possibilidade de uma participação política mais efetiva.

O progresso e a evolução contribuíram e muito para o atual cenário social. Pois pelo progresso desmedido, entramos em uma espiral de exploração predatória e com a ineficiência de um propósito de explorar com construção e não com egoísmo e destruição.

A manipulação de ideais e de propósitos contribuíram e muito para o caos de opções a serem seguidas. Pois só os poucos que adotariam a educação como agente transformador civil, não seriam dragados por discursos sofistas em prol de muito poucos.

Temos que através do entendimento buscar um consenso que contemple a todos, que a reciprocidade seja encarada como um ato de construção e não de retaliação. Só assim com todos imbuídos de um propósito único chegaremos ao ideal. Uma sociedade harmônica e moderna.

A minha escola é a da instituição da modernidade, e com ela viriam à igualdade, a fraternidade e a transformação de um pensamento arcaico que nos prejudica há séculos. Temos o dever de sermos agentes de uma contribuição educacional plena e não maquinas repetidoras de conceitos ultrapassados e de crueldade de propósitos.

Uma sociedade educada com propósitos de construção poderá ter no infinito o seu limite, pois o amor e a solidariedade são infinitas quando realmente educamos. Cabe a nós a atitude e não só o discurso.

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Amigos

Tinha me esquecido de comentar o que foi o BlogCamp Ba, um encontro maravilhoso com blogueiros do Brasil inteiro. O evento foi realizado na Faculdade 2 de Julho, na qual sou acadêmico de Pedagogia. Quero aqui mandar um abração para os meus mais novos amigos de empreitada “bloguística”. Eis as figuras !!! Leo Baiano, Alexandre Sena, Dani Vidal, Carolina Assemany, Ernesto Belote, Leandro Lopes, Patrick Campos, Roberto Câmara, Yuri Almeida e Eduardo Sales.

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Além de ter sido altamente descontraído, o evento ajudou e muito os blogueiros novos, sinalizando caminhos a serem percorridos. As desconferências foram um capítulo à parte, muito boas mesmo !! A polêmica e o debate franco de idéias foram a tônica do ambiente.

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Poema – Pedagogia do Oprimido – P. Freire


Meu nome é fulano

Poderia ser João, José, Jorge…

Qualquer um

Sou mais um, entre muitos.

Que não tive acesso a muita coisa não

Só de nascer

Não me perguntaram aonde queria que nascesse

Mas mesmo assim vim

Meu pai… Não conheço!

Dizem por aí, porque eu mesmo nunca vi.

Minha mãe…

Parente, ente, gente que nem a gente.

Sofrida, calada, doente…

Oportunidades…

Nenhuma, como num cenário de ausências.

Sem dignidade, nem opção.

Nunca tinha visto um caderno na vida

Ouvira falar que existia um lugar chamado ESCOLA

Mas a realidade era outra

Quem poderia parar de trabalhar?

Para a cabeça educar

Não ela

Não nós

Somos parte de um cenário opressivo, pois oprimidos somos.

Perguntam-me: Para que isso menino?

Estudo, Informação e Cultura.

Eu nem sei, mas só sei que sei.

Pois sem o estudo não tem:

Oportunidade

Igualdade

Sociedade (de um modo mais justo)

Não quero ser mais um NÃO!

Me retei, vou brigar.

Para de ser oprimido deixar

Para que ninguém “faça vida” às minhas costas.

Para que saia esse ranço

Que não é meu, e talvez nem seu.

Esse cenário tem que mudar

Para que minha mãe volte a sonhar, e não gritar.

Queremos agora escutar

Não só eu… mas sim todos

Sejam eles quais for

Sem dor, pavor.

Quero acesso a tudo!

Temos que plantar a semente

Consciente

Mas, aí vem a realidade.

Que não tem raça nem idade.

Só tem um ideal

Vil e cruel

Do opressor

Mas CHEGA de dor

E com meu amor vou anunciar

Opressão nunca mais!

Pois nada ela nos trás

Só rancor e dor

Quero agora mais!

Que ninguém venha me tirar

Essa criança dentro de mim

Que é a ESPERANÇA

Mas não como ideal

E sim como realidade

Tomara que meu grito ecoe

Que atinja todo mundo

João, José, Maria…

Vamos minha gente

Que como diz a música…

“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

Tô de saco cheio

Pois dentro de meu peito não tem mais espaço

Para um OPRIMIDO

OPRIMIDO vou deixar de ser.

Quero é crescer!

E com isso viver……..


Por: João Adonias Aguiar Neto

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