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Posts Tagged ‘Sociedade’


Fome, abandono, exclusão social, mercantilismo social, crueldade e falta de senso cívico. Todos estes itens e alguns outros mais fazem parte do cenário de abandono que a sociedade brasileira está inserida há séculos. Desde os primórdios onde a vida humana não passava de mercadoria, aos negros fora destinado um tratamento indigno e cruel, assim como os nossos índios que aqui estavam e a força foram “convidados” a perder suas raízes em detrimento de outrens, a sociedade brasileira vem se acostumando silenciosamente a aceitar um tratamento asqueroso aos que por circunstancias variadas estão relegados a própria sorte.

O comportamento social do brasileiro em geral contribui e muito para o atual cenário de devastação moral no qual se encontra atualmente a sociedade brasileira. A parcela da população que sofre as piores privações só aumenta a cada ano. Pessoas morrem de fome todos os dias, a dignidade se esvai como um filete de areia escorrendo entre as mãos. Nas calçadas e ruas do Brasil podemos observar, com um luto imenso e dolorido filhos e filhas de Deus, crianças e idosos deixados ao relento, sem comida e uma moradia decente. Filhos e filhas de uma pátria que há muito os esquecera, e só se lembram oportunamente de quatro em quatro anos, assim alimentando uma sensação de esperança, que logo depois de cada pleito eleitoral será ceifada, sem dó e nem piedade.

A esperança e a caridade aos que necessitam, são sentimentos cobiçados pelos que fazem do bem ajudar um negócio. Vários casos viram manchetes de jornais e T.V de ONGS que usam do dinheiro recebido para um único e exclusivo bem de poucos. Dá uma revolta em saber que o dinheiro obtido para uma transformação (pequena, diga-se de passagem, pois o atraso é longo e profundo em se tratando de políticas públicas), seja desviado por pessoas desprovidas de piedade e sentimento de amor ao próximo.

Desde que me entendo por gente sei que se o governo de meu país realmente quisesse modificar o cenário que estamos vendo todos os dias, ele o modificaria. O que falta então? Falta um Brasil que beneficie os seus filhos que mais necessitam. Que não faça de programas assistenciais populistas arma de voto, cabresto e esperança. Que não se prometa uma realidade que a cada ronco de estômago, cada noite ao relento, se faça notar como uma utopia social. Sei que existem candeeiros nesta escuridão ideológica, existem pessoas imbuídas de vontade, e de fortalecimento a um pilar frágil e alquebrado que é o da dignidade.

É bonito o glamour da miséria? É correto explorar a miséria para fins estéticos? Vejo em várias tentativas equivocadas de ajuda a população uma tentativa de plastificar as mazelas. Também discordo que para que possamos atingir uma meta tenhamos que explorar a miséria com sangue ou violência. A situação, deve ser explorada e mostrada de um jeito que diga aos cidadãos na hora do almoço por exemplo que no exato momento que uma família almoce um suculento bife, tenham pessoas se alimentando de papel, doentes, largadas na rua e segregadas do conceito de democracia.

Temos o nosso Apartheid diário, é só abrir a porta de casa e ir caminhando pelas ruas de Salvador. Uma cidade que esqueceu quem foram os seus filhos, principalmente os negros. Humilhados, desrespeitados e tolhidos de consciência política. Este é um capítulo a parte, a tal da consciência que, para muitos que não a possuem é algo opcional. Pois em terra de político amoral e antiético a consciência não é visitada e nem posta em consideração nas discussões.

Pobres, prostitutas e degradados. Foram estes os contemplados a serem os ilustres povoadores da nova terra que era descoberta. Passaram-se séculos e a evolução deste quadro continua o mesmo. Os pobres que desde sempre continuam mais pobres, as prostitutas que são a maioria dos homens públicos deste país e os degradados que são as pessoas que sabem o que acontecem, mas, infelizmente, não querem sair de sua posição confortável e brigar por causas alheias. Para quê? Poderiam dizer os mesmos. Não dará em nada mesmo.

Mais uma eleição se avizinha e com ela virão sonhos de mudança.Uma mudança que é imperativa e necessária. Quem tem fome espera por uma solução. Não em forma de R$ 60,00 por cabeça e sim por uma política que as dê condições de ter a sua casa, que possam trabalhar com dignidade e poder ter um salário justo, e ter um direito a estudar. Pois estudando terão as suas mentes despertas para o teatro de horrores que são submetidos já há muito tempo.

O filme “Quanto vale ou é por quilo” me fez revisitar sensações que como um brasileiro me revoltam profundamente e que me mostram, o quanto somos permissivos e imóveis com o que está acontecendo. Ver velhos estratagemas com vistas a escamotear a opinião pública como também a ver que somos capazes de uma conduta asquerosa e dolosa em certos momentos. Praticantes da “Lei de Gérson” se fazendo valer de brechas ou da desinformação do povo. Para que enfim, possamos ter e ver o Brasil de hoje. Um país que está longe de ser a pátria amada e gentil e que o sol da liberdade não existe para quem tem fome e é excluído. Que dirá risonhos e lindos campos.

O que temos é um deserto, um deserto de compaixão. De falta de um poder de indignação. Falta de vergonha na cara. De um povo que só é brasileiro em Copa do Mundo. Aí veremos a “síndrome do Galvão Bueno”. Um país de poucos, de usurpadores e de criminosos.

“Todo poder emana no povo e por ele deve ser exercido”. Pergunte o que é isto para uma pessoa excluída, faminta e sem perspectivas. E se pergunte, será que contribuo para um Brasil mais justo e igual?

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Fome, abandono, exclusão social, mercantilismo social, crueldade e falta de senso cívico. Todos estes itens e alguns outros mais fazem parte do cenário de abandono que a sociedade brasileira está inserida há séculos. Desde os primórdios onde a vida humana não passava de mercadoria, aos negros fora destinado um tratamento indigno e cruel, assim como os nossos índios que aqui estavam e a força foram “convidados” a perder suas raízes em detrimento de outrens, a sociedade brasileira vem se acostumando silenciosamente a aceitar um tratamento asqueroso aos que por circunstancias variadas estão relegados a própria sorte.

O comportamento social do brasileiro em geral contribui e muito para o atual cenário de devastação moral no qual se encontra atualmente a sociedade brasileira. A parcela da população que sofre as piores privações só aumenta a cada ano. Pessoas morrem de fome todos os dias, a dignidade se esvai como um filete de areia escorrendo entre as mãos. Nas calçadas e ruas do Brasil podemos observar, com um luto imenso e dolorido filhos e filhas de Deus, crianças e idosos deixados ao relento, sem comida e uma moradia decente. Filhos e filhas de uma pátria que há muito os esquecera, e só se lembram oportunamente de quatro em quatro anos, assim alimentando uma sensação de esperança, que logo depois de cada pleito eleitoral será ceifada, sem dó e nem piedade.

A esperança e a caridade aos que necessitam, são sentimentos cobiçados pelos que fazem do bem ajudar um negócio. Vários casos viram manchetes de jornais e T.V de ONGS que usam do dinheiro recebido para um único e exclusivo bem de poucos. Dá uma revolta em saber que o dinheiro obtido para uma transformação (pequena, diga-se de passagem, pois o atraso é longo e profundo em se tratando de políticas públicas), seja desviado por pessoas desprovidas de piedade e sentimento de amor ao próximo.

Desde que me entendo por gente sei que se o governo de meu país realmente quisesse modificar o cenário que estamos vendo todos os dias, ele o modificaria. O que falta então? Falta um Brasil que beneficie os seus filhos que mais necessitam. Que não faça de programas assistenciais populistas arma de voto, cabresto e esperança. Que não se prometa uma realidade que a cada ronco de estômago, cada noite ao relento, se faça notar como uma utopia social. Sei que existem candeeiros nesta escuridão ideológica, existem pessoas imbuídas de vontade, e de fortalecimento a um pilar frágil e alquebrado que é o da dignidade.

É bonito o glamour da miséria? É correto explorar a miséria para fins estéticos? Vejo em várias tentativas equivocadas de ajuda a população uma tentativa de plastificar as mazelas. Também discordo que para que possamos atingir uma meta tenhamos que explorar a miséria com sangue ou violência. A situação, deve ser explorada e mostrada de um jeito que diga aos cidadãos na hora do almoço por exemplo que no exato momento que uma família almoce um suculento bife, tenham pessoas se alimentando de papel, doentes, largadas na rua e segregadas do conceito de democracia.

Temos o nosso Apartheid diário, é só abrir a porta de casa e ir caminhando pelas ruas de Salvador. Uma cidade que esqueceu quem foram os seus filhos, principalmente os negros. Humilhados, desrespeitados e tolhidos de consciência política. Este é um capítulo a parte, a tal da consciência que, para muitos que não a possuem é algo opcional. Pois em terra de político amoral e antiético a consciência não é visitada e nem posta em consideração nas discussões.

Pobres, prostitutas e degradados. Foram estes os contemplados a serem os ilustres povoadores da nova terra que era descoberta. Passaram-se séculos e a evolução deste quadro continua o mesmo. Os pobres que desde sempre continuam mais pobres, as prostitutas que são a maioria dos homens públicos deste país e os degradados que são as pessoas que sabem o que acontecem, mas, infelizmente, não querem sair de sua posição confortável e brigar por causas alheias. Para quê? Poderiam dizer os mesmos. Não dará em nada mesmo.

Mais uma eleição se avizinha e com ela virão sonhos de mudança.Uma mudança que é imperativa e necessária. Quem tem fome espera por uma solução. Não em forma de R$ 60,00 por cabeça e sim por uma política que as dê condições de ter a sua casa, que possam trabalhar com dignidade e poder ter um salário justo, e ter um direito a estudar. Pois estudando terão as suas mentes despertas para o teatro de horrores que são submetidos já há muito tempo.

O filme “Quanto vale ou é por quilo” me fez revisitar sensações que como um brasileiro me revoltam profundamente e que me mostram, o quanto somos permissivos e imóveis com o que está acontecendo. Ver velhos estratagemas com vistas a escamotear a opinião pública como também a ver que somos capazes de uma conduta asquerosa e dolosa em certos momentos. Praticantes da “Lei de Gérson” se fazendo valer de brechas ou da desinformação do povo. Para que enfim, possamos ter e ver o Brasil de hoje. Um país que está longe de ser a pátria amada e gentil e que o sol da liberdade não existe para quem tem fome e é excluído. Que dirá risonhos e lindos campos.

O que temos é um deserto, um deserto de compaixão. De falta de um poder de indignação. Falta de vergonha na cara. De um povo que só é brasileiro em Copa do Mundo. Aí veremos a “síndrome do Galvão Bueno”. Um país de poucos, de usurpadores e de criminosos.

“Todo poder emana no povo e por ele deve ser exercido”. Pergunte o que é isto para uma pessoa excluída, faminta e sem perspectivas. E se pergunte, será que contribuo para um Brasil mais justo e igual?

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Nos dias atuais falar sobre a tal da globalização está mais do que na moda, pois é conversa mais do que recorrente quando no concerne da integração de povos e culturas, controle econômico e como função normativa de regras e opiniões.

De fato a globalização é uma grande sociedade global, mas não se iluda, esta tal é um privilégio de poucos. Poucos estes que a controlam. Países pobres por exemplo não tem direito de serem ouvidos nesta tal globalização, regras vem de fora e se não aceitas deixam à margem os que contra ela se opuserem, numa manobra de coerção social globalizada. Para muitos isto não é crime. Será ?? 

É de fábulas que o nosso mundo vive e como tal a globalização não poderia em hipótese nenhuma estar contra esta tendência. Idealismo e realidade irão infelizmente traçar caminhos opostos sempre que a vontade econômica de alguma potência for ameaçada, acabando assim com os sonhos de várias pessoas que acreditam em um mundo justo e igual a todos. Mas o panorama é perverso e atroz, nos atingindo quase que diariamente com um “soco no fígado”. E sem direito a reclamar !!

A perversidade econômica na qual somos submetidos todos os dias além de ser claustrofóbica nos força a sermos diferentes de nossas índoles senão fatalmente iremos ficar para trás. A ONU tem culpa neste cartório pois é submissa e omissa aos interesses de poucos, aumentando assim o triste cenário de descaso coletivo. Dói ver meus irmãos africanos morrerem aos milhões todos os anos por não existir em uma sociedade globalizada programas de auxílio aos que tanto necessitam.

Quero, e muito estar presente em um dia que nada destes mecanismos sejam utilizados em nome daquele país e sim o mundo como deve ser, constituído de uma grande e harmoniosa sociedade global. Isso é futuro, isso é crescimento e também uma oportunidade de escutarmos quem nunca teve por direito sua voz ouvida. “I have a dream” – Martin Luther King.

O mundo capitalista encontrou na globalização o seu principal agente e com ela encontrou seu ápice uma vez passou a contar com um sistema de informação eficaz surgindo assim uma propagação de um sistema de técnicas na qual a informação serve de “ponte” entre vários sistemas e também paises. Mas esta informação é infelizmente controlada por poucos e só temos notícias do que se quer mostrar.

Não nos mostram a veracidade de fatos que deveriam ser a referência da comunicação global. A comunicação tem um aspecto político muito importante. As guerras e os inúmeros crimes cometidos são encobertos todos os dias. Isto só para citar alguns.

A informação é um transmissor global pois nos afeta direta ou indiretamente. É através deste processo que o uso das técnicas começa a produzir história. Empresas e Estado participam de uma co-relação se utilizando deste sistema.

Cada empresa comanda suas operações e com isto se torna uma unidade política muito poderosa e dependendo do seu tamanho poderá influir no modelo de globalização de uma economia. Economia, esta, que dá mostras atualmente que não tem um bom fôlego para suportar muitos solavancos.

O computador tem papel muito importante no processo de globalização pois é nele que a maioria das informações estão contidas. Uma vez estando todos interligados em uma rede, como a Internet, surge a possibilidade de uma finança universal responsável pela imposição a todo globo de uma mais-valia mundial

Com a competitividade acirrada entre as empresas, uma busca de produção por matérias-primas – que não sejam as naturais – toma corpo. A necessidade de produção e de pesquisa tem impulsionado constantemente as empresas ao aperfeiçoamento dos produtos por elas fabricado

A crise financeira entra neste contexto como um agente da globalização constituindo-se na ÚNICA crise que os países querem afastar, confundindo ganância com necessidade.

Infelizmente, o dinheiro como também a informação são os fornecedores e os impositores do nosso sistema ideológico o qual legitimiza as ações do indivíduo em sociedade. A sociedade – que em decorrência de uma competitividade sugerida pela produção e pelo consumo – incentiva a criação de novos totalitarismos os quais são mais facilmente aceitos graças à confusão instalada nos membros da sociedade. Tal confusão é gerada porque o que se informa só é aquilo que é pertinente aos países controladores da sociedade global, o que pode realmente confundir as escolhas de uma sociedade.  

Como toda arma, a informação se for controlada por pessoas amorais/imorais terá sempre o caráter dúbio pois infelizmente, os meios de comunicação não têm compromisso com a veracidade mas sim com danos colaterais que eventualmente possam ser expostos, o que acaba aprofundando a criação de desigualdades das mais variadas formas. Um exemplo disso é a TV Globo que, na época de Collor de Mello, fez de tudo para que acontecesse o impeachment. Ocorre que a TV recentemente deveria, com o mesmo tom investigativo, aprofundar-se nas investigações a respeito do “mensalão”, o que acabou não fazendo. Jogo de interesses!

A informação, infelizmente, não esclarece mas sim confunde em níveis alarmantes. O que funciona é o poder de convencimento de uma boa peça publicitária. Esta sim, tem o dom de manipular e convencer a compra desse ou daquele produto que está à venda, não instruindo a sociedade para possíveis riscos de um consumo inadequado.

Cada fato merece e tem por obrigação ter uma interpretação adequada e não a dolosa que vemos todos os dias. Merecemos ter um sistema de comunicação que nos proteja e alerte e não um que nos sabote em nome de um ideal de protecionismo criminoso que o neoliberalismo nos expõe dia após dia.

O dinheiro funciona como um “estuprador social” pois o mecanismo no qual o nosso vil metal faz parte ceifa sonhos e exclui sistematicamente uma gigantesca parcela da população brasileira, criando barreiras que, para muitos, será de difícil transposição. Numa sociedade pobre como a nossa onde a Educação vem segundo plano, teremos que aturar esse cenário por muito tempo pois só seus integrantes poderão tornar menos penosa a evolução da sociedade brasileira.

Com dinheiro em jogo, a concorrência fica cada dia mais acirrada, constituindo-se numa verdadeira guerra – com armas para lá de duvidosas. Restando, infelizmente, afastados os ideais de compaixão e justiça que deveriam nortear condutas e ser base para muitas referências.

Com o sucesso das campanhas publicitárias, a manipulação das empresas – no que diz respeito aos consumidores – é incrível nos dias atuais. Só é vendido o que dá retorno e não o que a sociedade realmente precisa e merece. Tudo isto com o auxilio da justiça pois ela infelizmente atua como controlador em favor do capitalismo e não atuando nas searas de igualdade e retidão que deveriam ser sua obrigação constante.

O consumo e o dinheiro, hoje, são os reguladores da vida social. Você, caro amigo leitor, se encaixará em um círculo dependendo da quantidade de dinheiro que possui. Mais significa jet set e menos significa abandono e marginalização. Para viver um sonho ilusório, varias pessoas se endividam para tentar chegar onde poucos chegaram e nesta pirâmide perversa a solidariedade é posta infelizmente em segundo plano.

A realidade, para muitos, é uma grande fábrica de perversidade. Com ela a pobreza é dividida em vários setores que infelizmente só possuem uma similaridade: A da exclusão de oportunidades e do não questionamento das necessidades reais de cada um. O que vejo às vezes são iniciativas de combate à pobreza feitas por alguns intelectuais. Infelizmente são muito poucas haja vista a demanda e a urgência de medidas que sistemática e diariamente possam atuar nas vidas destas pessoas.

 O Brasil está longe de ser um país soberano!!! Somos sim permissivos e incapazes de lidar com nossas necessidades. Somos incapazes de escutar uma parcela da população que se encontra lobotomizada e amordaçada sem direito a ser ouvida.

Somente com todos participando das ações de quem votamos teremos uma globalização de fato e não de discursos de capitalistas selvagens.

Cada qual no seu quadrado é o que diz a música mas, ao mesmo tempo, isso se aplica ao conceito de globalização de uma forma mais do que evidente. O conceito de egoísmo toma proporções que nem mesmo todas as cabeças pensantes do mundo conseguirão mensurar este problema mais do que pertinente.

Um exemplo bem claro disso é o uso de matérias-primas na fabricação do Biodiesel. Enquanto nós brasileiros usamos fontes renováveis, os EUA usam materiais primários como o milho. Quando faltar por exemplo material para ração animal aí a coisa mudará de figura. Depois de vários protestos, parece que lentamente irão mudar o procedimento e passarão a adotar outros métodos de produção.

As empresas são maquiavélicas tem o poder de manipular o Estado e sob o exercício deste poder manipulam leis e regras de conduta – em nome de um acumulo de poder tamanho – que em muitos países do mundo se confundem o poder administrativo e as empresas de grande porte.           

Na guerra empresarial dos tempos modernos há uma grande lacuna entre a competitividade e a solidariedade. Que infelizmente poderiam andar de braços dados compactuando com o conceito da real globalização que tanto queremos. Mas, infelizmente, quando são colocados na mesa balanços financeiros e lucros com dividendos a coisa muda rapidamente. Com cada um querendo uma enorme fatia do bolo, corroborando com a célebre música dos Titãs “Homem primata, capitalismo selvagem !! Ôôôô !!”

Tudo isso poderia ser evitado se realmente existisse em nosso planeta uma ordem global. Será que vivemos em um mundo com normas e regras? Ou será que o avassalador poder do dinheiro corrói tudo e a todos? Sinceramente, quando isso afeta a Educação do nosso Brasil perco até o sono.

Outro capítulo, que causa sofrimento e dor aos que são vitimas do neoliberalismo e da globalização, é o que concerne à vida no campo. Com as novas técnicas de cultivo, os implementos agrícolas, financiamentos e o avanço nos conceitos de como lidar com a terra, muitos dos que não tem tais recursos e nem como adquirirem financiamentos governamentais simplesmente saem do campo e vão para as cidades. Em um processo cada vez mais rotineiro e cada vez mais silencioso.

Quando chegam às grandes cidades, encontram o lado perverso que é sempre mostrado aos “forasteiros” – o do desemprego sistemático – o máximo que conseguem são postos de trabalho que teriam como regras a subserviência e a humilhação destes que, infelizmente, não são valorizados como mão de obra e sim como reses confinadas em um processo digno de revolta social.

Palavra bonita de se dizer: DIVERSIDADE. Será que conversamos a respeito de uma forma construtiva? Será que respeitamos individualidades? Ou será que em nome de um progresso movido a muito dinheiro esmagamos corpos e calamos vozes? Estas perguntas ficarão sem respostas por um bom tempo.

O que vejo como conceito de território é uma alienação e uma deturpação da verdadeira definição de tal palavra. Território tem que ser um local de produção constante, com mecanismos que possam promover um desenvolvimento dos seres que lá habitam. Não deve haver nunca o sentido do “isso aqui é meu” só querendo a posse para fazer o que bem entenderem. Sem uma devida e construtiva aplicação.

O ser cidadão passa por uma constante fiscalização do que realmente fazem em nosso território, no seu país, na sua casa e mais importante: Na sua vida. Todos os habitantes que se julguem verdadeiros cidadãos tem por obrigação serem os fiscais de um novo tempo e com este novo tempo as suas necessidades mais do que garantidas.

 Isso sim, é se preocupar com o próximo, trata-los como seu fossem nós mesmos. Quando doer no calo de todo mundo de uma vez só a coisa mudará de figura como mágica. Esta feita por um constante processo de aprimoramento de uma sociedade global que por força de uma bestialidade inconseqüente ainda encontra-se engatinhando.

As raízes de nossa existência nos permitem coexistir sem que não haja uma sistemática destruição de valores, sentimentos, ideais de um sentimento que é o mais sublime: O da esperança. De dias melhores e que estes mesmos tragam uma competição sadia entre os países e que nossos direitos sejam mais do que respeitados.

Que a nossa voz sempre seja ouvida em nome de um amor universal. O neoliberalismo infelizmente não nos libertou de alguns dos ideais mais primitivos. Mas como a cabeça de um ser humano é uma seara de surpresas, espero me encantar com atitudes que me remetam a nossa verdadeira origem: Que todos somos filhos e filhas de Deus.

 O meu o seu e o nosso Brasil ainda infelizmente dorme em berço esplendido, não sabendo ainda do seu potencial. A população ainda se encontra manipulada e extirpada de qualquer forma de representação política. A única oportunidade em que todos se equivalem em meu país é quando votamos mas, infelizmente, pela necessidade ou talvez pela ignorância social ainda trocamos votos por alguma mercadoria ou algum favor.

Choro e com o coração rasgado quando vejo a Educação em meu país ser posta em segundo plano, quem legisla na sabe a alegria que é ver uma pessoa olhar no fundo dos olhos de um professor e dizer: Muito obrigado por me ensinar e por ver algo que não tinha nem sequer a idéia que existia e com a sua dedicação e também paciência me inserir em um contexto que sempre desejei e que antes estaria à margem da sociedade.

E aí, caro amigo leitor, que a verdadeira globalização acontece! A do coração, da mente e a da justiça de ações que tornem o meu planeta mais habitável, mais Terra. Entendeu?

Dedico este trabalho acadêmico ao homem que me ensinou a ver o mundo com olhos mais fraternos e com justiça de ações. O meu avô João Adonias Aguiar. Homem feito de uma estirpe que infelizmente nas últimas gerações temos esquecido. A da humanidade. Eternamente te amarei….. Incondicionalmente.

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Por: Luciana Pinto Aguiar (minha amada mãe)

A missão fixada na Constituição Federal para o nosso estado brasileiro, democrático, elege a dignidade da vida humana e o bem-estar social como objetivos maiores.

Somos nós aqueles que, por opção, assumimos a obrigação de sermos os solidificadores de um pensamento novo de sociedade, que respeite direitos e deveres, que explique a cada estudante o seu verdadeiro papel de, como membro da nação, formar, firmar e disseminar uma consciência política que considere o social, não apenas o individual.

Não é preciso pregamos a construção de um socialismo, mas lutarmos pela socialização das atitudes de cada cidadão brasileiro.

Nosso papel é mais relevante quando a sociedade brasileira está em colapso, quando todos estão procurando alcançar somente seus interesses, não se importando com o bem estar coletivo, agindo em um constante processo de degradação das relações interpessoais que, infelizmente, já mostra um desdobramento desagradável nas escolas, nas ruas, nos lares.

Não queremos a manutenção do cenário que se vê instalado. Definitivamente ansiamos por um progresso constante, e quando não o encontramos, sua ausência nos aflige, nos oprime, nos abate psicológica e moralmente.

A sensação de paralisia, de falta de força rebaixa nossa auto-estima e nos deixa suscetíveis a aceitarmos o que é ruim. O sentimento de impotência nos acomoda.

Mas devemos ter consciência que nada temos de impotentes! Somos dotados de tanta força que, juntos, podemos mudar tudo para melhor, sempre! Basta a cada um apenas um primeiro passo, que é firmar o compromisso com essa vontade pessoal de fazer progredir!

Não podemos esperar apenas que os governantes dêem um primeiro passo. O nosso compromisso com um futuro melhor nos dá a chance de caminhar já, independentemente de uma ordem oficial.

O nosso caminho como portadores da palavra-luz EDUCAÇÃO deverá começar com o desempenho do papel de docência responsável, desprezando a atitude acomodada e reprodutora de erros seqüenciais que vemos se eternizando.

Somente fiscalizando, humanizando e conscientizando as mentes dos nossos estudantes, conseguiremos o verdadeiro propósito da função que escolhemos para nós, pedagogos, que é educar com responsabilidade.

A revisão de realidades sociais deverá fazer parte de qualquer pensamento de mudança educacional. Não cabe mais apenas observar que a educação não chega aos bairros mais distantes e desfavorecidos. Não vale mais ficar somente a criticar. É preciso agir!

O que é viver escola? O que é ter vivência escolar? É direito de uns poucos, sonegado à imensa massa de pessoas com poucos recursos que, sem o direito à educação, ficarão condenados à eternização da situação inferiorizada, à margem do progresso pessoal?

Terá direito à escola apenas quem, por sorte, possua recursos financeiros e é apto a preencher uma vaga em alguma escola privada? Permanecerão sem ter boas coisas para lembrar os que se encontram estampando o outro lado da moeda circulante ainda hoje no país e que tristemente mostra as duas faces opostas da nossa sociedade? Os sem acesso à educação só terão como recordação a verdade do descaso de governantes e a acomodação dos educadores, só terão na lembrança a realidade que dói no estômago e na alma, que devasta sonhos e ceifa futuros?

Como todo veículo de transformação, a EDUCAÇÃO é direito fundamental de todos e não pode escolher quem serão os contemplados com a sua concretização.

Professores do Brasil, nós estamos sendo submetidos a uma prova de cidadania onde temos duas opções de resposta, mas só uma delas é certa: a união de todos nós no propósito de alavancar uma verdadeira mudança de mentalidades, para não continuarmos a repetir as mesmas premissas que estão levando à exclusão sistemática dos direitos de gerações a uma educação que ilumine suas vidas com uma perspectiva de progresso.

Professores que somos, vamos convictos descartar a resposta errada, que é a da estagnação da missão de educar, com a qual estaríamos optando ficar acorrentados a práticas hoje já reconhecidamente nefastas. Se nos acomodarmos ao modelo vigente, estaremos escolhendo fazer nossa nação viver na escuridão da ignorância; estaremos vestindo as capas negras da omissão, demonstrando uma negligência assassina do futuro daqueles que serão nossos filhos, netos, nossos descendentes, o povo brasileiro! Estaremos matando a única forma de fazer do Brasil um país melhor!

Vamos dizer não à estagnação, à omissão, à negligência, à treva! Vamos carregar bem alto a palavra-luz EDUCAÇÃO!

Quem compactua com o velho método de reprodução de conteúdos nas escolas não pode ter espaço participativo na concepção de um novo país.

Vamos nos esforçar para, com nossa participação ativa, afastar da realidade do nosso amado Brasil o ineficiente panorama político atual, em que o povo vive atrelado à ignorância, a receber esmolas como forma de compensação pela deficiência histórica das gestões públicas no que diz respeito à educação, à formação de cidadãos com visão de futuro.

Vamos varrer do Brasil qualquer possibilidade de aceitar a idéia de que para a elite dominante se manter no poder é conveniente podar no nascedouro uma possível mentalidade progressista, abortando o processo educativo que exige compromisso com o outro e que por isso, neste mundo de egoísmo, é tão custoso e delicado.

Sou grato, por em minha trajetória educacional ter podido conviver com verdadeiros modelos de professor e ter aprendido como um mestre comprometido com a formação do educando pode ser marcante na vida de um estudante.

Já sabemos que é essencial a inovação da postura do educador e Dedicação é a palavra-chave a ser vivenciada com carinho, dia a dia, aula a aula, aluno a aluno.  É certo que se em nossos planejamentos pedagógicos, em nossas salas de aula, trouxermos sempre o novo, como incentivo ao pensar e ao participar, atingiremos o nosso propósito de formar cabeças aptas a mudar a rota da nossa nação.

Só assim as vivências pedagógicas serão realmente de construção e não mais estaremos vivenciando a reprodução, o aniquilamento.

Novos dias virão para o Brasil e para os brasileiros e nós, educadores, trazendo novos olhares, mentalidades e vivências, somos os que se apresentam iluminando essa nova aurora que se aproxima.

Quem vive a escola, vive o Brasil. E quem vive o Brasil verdadeiramente, na intensidade desse compromisso educacional, iluminador, que assumimos perante a nação da qual fazemos parte, sabe desde já que seremos vitoriosos na missão que abraçamos, pois com a nossa insubstituível ação, através da EDUCAÇÃO, todos os brasileiros viverão um amanhã onde estará conquistado, igualmente para todos, algo muito importante: o direito do ser e não mais o direito do ter.

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Quando pensamos em métodos de propagação de mudanças, pensamos logo em educação. Mas, infelizmente, os que estão como doutrinadores de leis e diretrizes irão sempre nortear condutas sobre a efígie da manutenção de controle e poder. Usando desta artimanha, poderão legitimar a acentuar sua posição de privilegio.

A exploração da miséria como arma de manutenção de poder é algo bastante usado pelo neoliberalismo. As condições são de completa ineficiência estrutural. Com este cenário desigual, a elite mostrará que o privilégio não é somente desejável, mas também necessário. Mas a pergunta fica, porque só para eles?

Os mecanismos estarão sempre aí para quem quiser observar. Utilizam-se da perversidade. Com a atrocidade de tais atos contra o coletivo, muitos dos que estarão à margem da sociedade encontrarão com estas políticas, um recado bastante claro e objetivo: Ei, você! O que estás fazendo aqui? É o seu lugar?

Constituindo assim além de um recado bem claro, uma bandeira ainda levantada por muito poucos.

Todo argumento em minha opinião se levantado por poucos é objeto de futilidade. Pois o alicerce que a sustenta é de codificação elaborada por poucos. Daí que vem a futilidade. Quando não se respeita as necessidades prementes do ser humano, em prol de poucos, o motivo além de fútil, será de uma imbecilidade surreal.

Para cada manifestação de insatisfação, terá sempre a repressão com um tom de ameaça cada vez mais atual e direto. Os controladores do muito possuem prerrogativas que fazem barrar evoluções sociais, incluindo a educação neste bojo, e por fim, o apavoramento dos cidadãos.

Pois em terra que poucos têm, nem venha pegar o que é meu e se o meu for muito… Arranco seu coro e sua dignidade, isto é, se você ainda tiver uma.

A qualidade educacional deve ser implementada em larga escala. Infelizmente o que atravanca esta transformação, é o domínio dos que detem a logística educacional pública. Implicando assim na velha premissa do controle, marginalização e do crime de responsabilidade que os homens públicos do meu país cansam em cometer.

A Escola Pública deve ser aberta, equipada e humanizada. Pois só com pessoas compromissadas com a transformação das realidades, iremos dar passos significativos de evolução.

Promessas sofistas acerca de uma nova e melhorada educação observo a cada quadriênio. A promessa assim como a educação, são ótimas para arrebanhar votos, mas são péssimas para expor a realidade nua a crua aos brasileiros. Já pensou a reviravolta que acontecerá no dia em que todos saibam da verdadeira situação do nosso Brasil. Que todos saibam pescar ao invés de receberem esmola social?

O que é a qualidade educacional? Será que se a escola tem toda a infra-estrutura ela será a 9ª maravilha do mundo? O conceito de qualidade decaiu e muito. Pois para mim qualidade de ensino além de ser um problema estrutural, é obrigatória a eficácia docente e como também uma gestão comunitária e social de cada centavo que será colocado.

Ou a escola atingirá o seu potencial social ou teremos com a participação dos legisladores um predomínio de sacanagem com o futuro. Um processo de sabotagem ardiloso que só vitima o nosso futuro, a nossa esperança.

Seguiremos acreditando, mas como diria o filosofo Terêncio: “Nada do que é humano me é estranho”.

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Atualmente temos enfrentado grandes dificuldades de como respeitar o próximo de forma objetiva e precisa. Isso se deve a herança do passado. O preconceito está impreguinado até em nosso inconsciente.

Se estamos em uma sociedade que seguem doutrinas religiosas e que se digam de passagem: seguidores fielmente das palavras de Deus. Por que pecamos tanto? Pois como esta escrita na bíblia: “Amar ao próximo como a ti mesmo”. Não é o exemplo que vejo nas ruas, nas escolas e nas famílias.

Na verdade refletindo ao “pé da letra” o preconceito é uma forma de conceituar algo que não conheço e que então faço uma denominação preconcebida e em geral sem fundamentação cientifica.

O preconceito virou sinônimo de violência ao próximo. Uma forma de intolerância a outras raças, religiões e culturas. Resultando em injustiças e insultos diante a uma aparência ou empatia.

A sociedade usa o poder do “amor ao próximo” de forma mascarada, isso também absorvida pela mídia, ou seja, o uso de formas dissimuladas de expressar a aceitação do outro que é considerado diferente por uma ótica deturpada de uma determinada cultura.

Mas afinal o que é mesmo ser diferente? Carregamos ainda muitas condutas antigas, como o tempo da escravidão e os conflitos étnicos. E o que me preocupa é que estamos em pleno século XXI, mas, com uma mentalidade atrasada, engessada e atrofiada.

Somos preconceituosos até diante do nosso próprio Brasil, ao fazer sátiras de que o baiano é preguiçoso, o goiano é burro e o paulista do interior é caipira. O que me entristece, é o fato de nosso país não ser unido, começando daí o nosso subdesenvolvimento. Assim passando uma imagem negativa para os outros países, e desses sendo alvo de preconceitos também.

Por que não sabemos passar uma imagem positiva do nosso país? Sofremos de “crise existencial”, não reconhecemos as nossas qualidades e os nossos valores. A cultura americana é “melhor” e seguimos as tendências da “moda européia”.

Temos riquezas invejáveis, que qualquer outro país quer tomar posse. A pena que nem todo mundo reconhece isso, pois a nossa sociedade é constituída de uma população de maioria excluída e alienada. E os nossos representantes políticos não têm o espírito de coletividade, são individualistas.

Viu aí o preconceito? Isso é somente o socioeconômico! Parte de uma “teia de relações de preconceitos” em que está associado ao cultural, ao de gênero e dentre outros!

Uma perspectiva lastimável.

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Amigos do Blog e meus amores

Atualmente o que vejo em nossa sociedade é um festival de intenções das mais bonitas, mas infelizmente, o que realmente conta é qual máscara aquela bendita pessoa estará usando.

Artificio mais usado pelos politícos, a promessa sofista é uma das máscaras que corroem sonhos e desiludem as pessoas que ainda acreditam numa sociedade que norteie a igualdade de oportunidades. Não dá mais ouvir aquele festival de promessas e ficar sentado achando que tudo irá cair do céu.

Temos que tirar a nossa própria máscara, a da prostação social. Temos a obrigação de fazer a parte que nos cabe nesta situação. Arregaçar as mangas é nosso dever e a vigilancia é nosso direito. Mas para isto acontecer teremos que estar em um estado democrático de direito, com as mesmas responsabilidades para todos. Não aguento mais ver os mesmos se safando de tudo e com aquele velho respaldo, o vil e canalha.

Pois o fato na realidade é bem outro. Leis são impostas para muitos e pouco respeitadas pela corja dominante social, os ricos. A máscara sempre será mudada por eles, usam e as resusam, dependendo do perigo e da situação. Isso no cotidiano é mais do que normal, poderão dizer muitos.

Mas o realmente quero é que não exista mais !!!!

A educação não pode ser usada como máscara social e nem o combate a fome. Não deveriam em uma sociedade realmente compromissada com o todo serem armas políticas. Hoje em meu governo, o que vejo é a exploração da miséria com uma vontade única, mas a errada. A certa deveria ser uma analise profunda e um discussão sobre o assunto de forma democrática.

Chega de exploração das miserias alheias !! Chega de máscaras para chegar onde queremos.

Beijo no coração !!! Ótima quinta-feira !! 

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